domingo, 9 de novembro de 2008

Pensando alto

É preocupante quando você ouve uma música no transito, a caminho do trabalho, antes das 8 da manhã, e ela consegue te fazer pensar em coisas impróprias...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Classicarinho

Me fazer sorrir, este é o ponto inicial.

Tem que ser livre e independente. Minha companhia tem que ser prazer, não necessidade ou obrigação.

Tem que não só gostar de cinema mas também gostar de viajar pra dentro dos filmes. E se fosse você que estivesse naquela cena? O que teria acontecido?

Tem que ser culto e inteligente, gostar de aprender e ainda mais de ensinar. Me instigar sempre.

Gostar de competições. Não gostar de perder, mas saber perder. Saber comemorar quando ganha também é muito importante.

Gostar de estabilidade, segurança. Mas que gostar, valorizar isso.
Adorar a rua, as pessoas, o samba e o mar... Mas saber fazer de um filme com pipoca um programa inesquecível.
Saber o valor da família. Respeitá-la.

Deve saber, no discurso e na atitude, que relacionamentos existem para somar e não pra excluir.

Outro ponto importante é saber ser criança! Adivinha que animal estou imitando? Se divertir com ataques de bobeira e enxergar num jogo de tabuleiro múltiplas oportunidades de diversão.

Ser simples no dia a dia, mas dar valor ao sofisticado.

Ser dono de si, mas no final das contas, saber rir de si mesmo é um grande diferencial.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Constatação

Você percebe que sua cabeça não está onde deveria estar quando tenta (e insiste) abrir seu carro com o crachá da empresa.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Gotas de Sabedoria

"A gente vem ao mundo com as trepadas contadas, e as que não se usam, por qualquer motivo, próprio ou alheio, voluntário ou forçado, se perderam para sempre"

(Gabriel Garcia Marques, em Amor nos tempos do cólera)

A volta à realidade

A festa acabou!
Foram duas semanas pra ficar na história!
Uns davam dois beijinhos, outros mal apertavam as mãos. Tinha alemão dançando salsa e jamaicano sambando. Eram 18 países, 80 pessoas, muitas aulas e muitas festas.

A sensação quando o curso a acabou foi parecida com a sensação que eu sentia no ultimo dia da colônia de férias, quando eu era criança. Aquele aperto no peito ao se despedir de pessoas que duas semanas atrás você nem conhecia mas que naquele momento parecem indispensáveis na sua vida.

Na época de colônia de férias a gente tinha aquela ilusão de que continuaríamos melhores amigos pra sempre. Trocávamos endereço e telefone na esperança de mantermos o contato até as férias seguintes. Raramente chegavam cartas... Alguns não voltavam no ano seguinte... Daquele tempo me restou uma amiga. Daquelas que não falo com muita freqüência mas por quem guardo um carinho incalculável.

Após o fim do treinamento o ritual foi o mesmo. Abraços de despedida chorosos e emocionados, juras de “manteremos o contato”... Desta vez os recursos para manutenção da relação são maiores... E-mails, MSN, Facebook... Mas o ponto continua o mesmo. As piadas em breve acabarão, as histórias iram minguar até que chegará um dia em que não teremos mais assuntos =( Quem sabe depois de um tempo ainda sobrem uns 3 ou 4 amigos...

O tempo passou, eu cresci, mas isso não mudou em nada o aperto que eu sinto ao me despedir das pessoas.

No mais, é sempre bom poder se comparar com os pares do restante do mundo, ver que não estamos nada atrás dos demais e que o Brasil continua sendo um lugar desejado.

Que venha a próxima colônia de férias... ou então, a próxima viagem de trabalho...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Conto de fadas

Ela pergunta:
"If you like Pina Coladas, and getting caught in the rain.
If you're not into yoga, if you have half-a-brain.
If you like making love at midnight, in the dunes of the cape.
I'm the lady you've looked for, write to me, and escape."


Ele responde:
"Yes, I like Pina Coladas, and getting caught in the rain.
I'm not much into health food, I am into champagne.
I've got to meet you by tomorrow noon, and cut through all this red tape.
At a bar called O'Malley's, where we'll plan our escape."


Resultado final...


domingo, 12 de outubro de 2008

Foi dada a largada...

Pois é... estou na minha primeira empreitada profissional em território internacional! Quem dia, não?

Como estamos falando de mim, as coisas não podiam ser calmas e tranqüilas... A aventura começou ainda no caminho do aeroporto. Acreditem se quiser, o carro do enguiçou no meio da linha amarela! Depois de alguns momentos de tensão e uma boa chupeta (mecânica, gente, mecânica!) consegui chegar no aeroporto.

Já no aeroporto, descobri que meu vôo estava só 3 horas atrasado. Delicinha, né? Ótimo programa pra noite de sexta-feira o saguão de embarque do Galeão. Eu não via a hora de embarcar logo e estrear mais um dos meus personagens.

Abre parênteses – Não tenho paciência de responder aquele questionário do IBGE típico de quando você acaba de conhecer uma pessoa (nome, idade, onde mora, o que faz da vida e blá blá blá), principalmente quando a chance de você rever aquela pessoa na sua vida é nula. Sendo assim, tenho várias personagens que uso nesses momentos. Até hoje nunca fui pega – Fecha parênteses.

O cara que sentou do meu lado na ida apagou e não me deu a chance de desenvolver minha historia, mas na conexão que eu peguei nos EUA a história foi outra. Rá! Meu nome desta vez era Jaqueline e me apresentei com a programadora daqueles canais de áudio do avião. Lá pelas tantas falei de como os aviões com telas de vídeo individuais e os MP3 players estavam acabando com o meu trabalho, mas que nenhum deles tinha o mesmo charme... Modéstia parte dei um show. Meu interlocutor até prometeu a dar mais atenção para estes canais! =P

Bom, não estou nem a 48h nos EUA e já consegui “carimbar” os três maiores clichês brasileiros: Me perguntaram sobre futebol – Viva o Pelé! -, sobre as novelas – o cara que eu conheci ontem está apaixonado por Xica da Silva e ficou indignado de saber que a novela é antiga -, e o famoso “Brasil? Ah! Buenos Aires!” – Mas justiça seja feita, a menina confundiu com Boa Vista, onde, pelo que entendi, ela tem amigos virtuais.

E olha que estamos só no começo!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Marcas do tempo

Quando olho pro meu passaporte e vejo lá o carimbo escrito "visto de trabalho" não consigo parar de pensar que o tempo passa rápido pra caramba!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Turismo doméstico

Sei que vivo reclamando de trabalhar longe de casa, mas se não fosse a distância o Centro da cidade seria um dos meus lugares preferidos.

Depois de 2 semanas distante deste ambiente, hoje fiz uma aparição relâmpago na zona central.
Reuniões feitas, compromissos cumpridos e ainda me restava um tempinho... quando namorava a fachada a Biblioteca Nacional uma simpática moça me abordou dizendo que o tour guiado à biblioteca já estava começando. Não que eu não conhecesse o prédio, mas ouvir a história de um lugar que tem por função guardar histórias é sempre um passeio válido.
Meia hora depois, alma alimentada e sorriso no rosto, peguei meu carro e voltei pra casa.

É por essas e outras que adoro as surpresas do centro da cidade

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Missão Impossível

Comprar produtos simples é uma missão cada vez mais complicada.

A minha saga hoje aconteceu durante a compra de uma escova de dentes. Fui decidida a comprar um modelo bem simples, pois a intenção era tê-la na minha nécessaire, apenas.

Entrei numa dessas enormes drogarias, que mais parecem supermercados e me dirigi à imensa parede que expunha os mais diferentes modelos e marcas de escovas de dentes.

Logo vi o modelo no qual havia pensado antes de sair de casa. Estava escolhendo entre a verde e a Lilás quando vi o modelo ao lado. Só R$1,00 a mais e vinha com “cabeça flexível”. Achei interessante, mas uma chamativa embalagem roubou minha atenção, ela tinha cerdas em 5 diferentes posições garantindo que não sóbria nem um fiapinho de manga nem no mais remoto dos seus dentes.

Já estava ficando um pouco confusa quando vi uma opção com grip no cabo, o que, segundo a embalagem, da mais segurança ao usuário durante a escovação. Prestes a abortar a missão, me aparece uma vendedora da drogaria com um comentário supostamente despretensioso: “Depois de experimentar o limpador de línguas você não vai querer saber de outra coisa”.

Me senti tonta, sufocada, ameaçada! O mundo vai ser dominado por escovas de dentes, pensei na hora! Agarrei meu exemplar do tamanho e cores do que imagino ser uma nave espacial e corri para pagar.

Gastei o triplo do modelo que tinha em mão no início, mas pelo menos, quando as escovas mestre vierem para a Terra, verão que não economizei e poderá ter pena de mim.

domingo, 28 de setembro de 2008

Miles Original Soundtrack

Passeando pelos blogs da vida encontrei um joguinho engraçado.

Solte seu iTunes do shuffle e veja quais músicas ele escolhe para uma série de momentos chaves da sua vida. Uma trilha sonora aleatória para o filme da sua vida!

Fora ser um desses joguinhos bobos que por si só eu já adoro, o medo do meu iTunes com mais de 30Gb indo do axé ao clássico me deixou ainda mais curiosa para ver o resultado.

Vamos ser o que o Mestre Shuffle reserva para mim:

* Créditos iniciais – "Wishing I Was There” – Natalie Imbruglia
Um início de filme com um grande potencial de ser uma comédia romântica. Pelos versos Don`t say you love me / Dont say you need me / I really dont think thats fair eu diria que é uma comedia romantica mais realista do que a maioria.

* Acordando - "Existem coisas da vida” – Ney Matogrosso
Acordando com a certeza que existem coisas na vida das quais até Deus duvida. É uma boa certeza.

* Primeiro dia de aula – "Understand” – Joss Stone
Ja chegando na escolinha cheia de atitude. Quase como dizendo pro amiguinhos não se enganem com essas bochechas fofas.

* Se apaixonando – "I Get A Kick Out Of You” – Jamie Cullum
Por que as vezes os amores são platônicos

* Música da briga - "Scar Tissue”- Red hot Chilli Peppers
Excelente. Sem comentários. Parabéns, Mestre Shuffle.

* Terminando tudo – "Balada do Amor Inabalável” – Skank
Mestre Shuffle nunca falha. Essa é uma das verdade da minha vida! É um término com classe. Terminamos mas respeitamos nossa história. Da deixa pra eventuais revivals.

* Aproveitando a vida - "Crazy” – Seal
Não da pra acertar todas, né...

* Formatura - "Play The Funky Music White Boy” – James Brown
Com certeza um hit para a festa de formatura! Vamos lá, moleque, me mostre do que você é capaz!

* Noite de sexo – "Umar Linda Mulher” – Mamonas Assassinas
Do seu jeito, não deixa de ser uma declaração de amor! Ta, música para sexo altamente alcoolizado... Só se for.

* Caindo aos pedaços - "Night and Day” – Bebel Gilberto
Na fossa sim, mas com estilo.

* Dirigindo – "Music” – Madonna
Mais uma multa por excesso de velocidade à vista.

* Flashback – "Indios” – Legião Urbana
Flashback triste e cheio de rancor.

* Reatando o namoro - "When Mermaids Cry” – Eagle Eye Cherry
Não resistindo ao canto do “sereio”, cá estamos nós de novo.

* Casamento – "Give It To Me” – Nelly Furtado e Timbaland
E daí que eu vou casar com um funky dude do Broklyn? Fico me perguntando que igreja aceitaria essa bela musica na cerimônia.

* A véspera da Guerra - "I'll Cover You” – RENT Soundtrack
Nada como ir pra guerra sabendo que terá gente para te cobrir. Força e melancolia na medida certa!

* Batalha Final – "All Around Me” – Savage Garden
A batalha final saiu um pouco mais romântica e cheesy do que o imaginado no roteiro original.

* Momento de Triunfo - "Love Song” – Korn
O mestre shuffle nunca nos enganou que este não seria um filme de amor... Triunfando com a força do Korn, por que não?

* Cena da morte - "I Want to Hold Your Hand” – The Beatles
Ok, meio mórbido isso! Até onde eu sei os fantasmas voltavam para puxar pés e não dar as mão... Acho que ninguém ia querer me dar a mão na cena da morte.

* Créditos Finais – "Casa Um Da Vila” – Mart'nália
Por que se tratando da minha vida tudo vai sempre acabar em samba!

Super Hero

Sempre tive um lado super-heroína meio inrustida, porém em todos esses anos eu tinha conesguido manter esta identidade sob sigilo.
Contudo, esta semana esta sendo exaustivamente divulgado este vídeo da "Super Jamie"... Tenho que confessar, sabe... até acho que fiquei bem nas imagens!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Reeditando

Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 2006.
Tem dias que a gente simplesmente acordou pra filosofar. Falar de amor, de paixão, de dor, de ciúmes, de amizade, de alegrias, de poesia, de música, enfim... qualquer assunto trazido à tona é motivo de pensamentos os mais variados e viajantes.
Hoje eu acordei assim. E agora, às 4h52 da manhã, do alto da minha insônia escrevo essas palavras tão imprecisas, tão vazias perto de tudo que passa pela minha cabeça nesse momento. Uma vontade de gritar, de fazer loucuras, de sair pra andar na praia, de encher a cara sozinha, de recitar palavras de amor, de ligar pra alguém, só pra bater papo, de chorar, de rir... nossa, falando assim pareço uma esquizofrênica!
Bem que esses momentos de criatividade produtiva poderiam vir mais vezes, afinal, quem não gosta de se sentir extremamente pensante?
É incrível, mas nessas horas a gente sente que pode refletir sobre tudo, que qualquer pensamento ou poesia fazem sentido, que tudo a nossa volta se encaixa... enfim, um milagre da natureza. Que Freud me explique!
Dentre tantas coisas, uma específica me vem perfurando as idéias, que é a de como é bom se sentir vivo. Ter vontades, desejos, inseguranças, medos, amores... como é bom ser complexo! Ouvir uma música e ver a poesia nela flutuar, ver uma foto e se emocionar, ser sugada pelos pensamentos como o pólen, ser soprada para as emoções como a brasa.
Ah, agora me recordo o que causou tudo isso: hoje assisti mais uma vez “Cinema Paradiso”. Esse filme sempre me deixa sem palavras. A humanidade, a ferocidade, a pureza, a leveza e a complexidade da vida são traduzidos de forma belíssima (sem nenhum trocadilho com a novela) em duas simples horas. Duas horas que poderiam ser cinco. A vontade que dá é de fazer um filme do filme; uma versão feita em uma nova tecnologia que nos permitisse vê-lo a qualquer hora e em qualquer lugar. Isso para não serem perdidas passagens por causa dessa nossa tal memória seletiva, ou digamos, sobrecarregada com tanta porcaria e estresse.
Chorei, claro. E bastante. Como não chorava desde novembro. Há uma espécie de inconsciente coletivo naquelas frases, que são capazes de tocar até um cubo de gelo. Sempre impressionante. Não preciso dizer mais nada: assista, por favor. É um bem que você faz a si mesmo.
Ao terminar o filme, discutindo com um amigo meu, vi o quanto a arte é individual. Ela só pode te acrescentar algo se você a deixar, se você encará-la como algo a ser pensado, refletido. Do contrário, ela se desfaz, vira entretenimento gratuito. E daí a ida ao teatro ou a cinema terá se tornado apenas mais um programa de domingo. Portanto, pense, reflita, argumente, opine, morra e renasça por dentro, mas nunca, nunca, deixe a arte passar incólume.
O que uma montagem feita de cenas censuradas significa pra você? Pornografia, como era pro padre? Lixo, como um dia foi pra mãe do Totó? Ou o reencontro com a vida e seus sentimentos mais puros? Não existe resposta certa... Só o que a arte desperta em cada um...

Would you light my candlle?

Ainda me pergunto o porquê daquele musical ter mexido tanto comigo. À época eu era uma menina de 14 anos e a história daquele grupo de amigos tinha tudo pra chocar a defensora da moral e dos bons costumes que eu um dia fui.

Vai ver foi exatamente isso... Aquele grupo de New Yorkers tinha mais motivos pra sofrer do que a superficialidade da minha vida burguesa jamais permitiria alcançar e eles lutavam com uma força igualmente incompatível ao meu conto de fadas.


Viciados em heroína, homossexuais, frustrados, pobres, soro-positivos... Combinação que obviamente garante à história momentos tristes como os cantados em “Life Support” ou em “another day”... Tristes sim, negatuvos nunca. O lema “NO DAY BUT TODAY” me soa muito mais revolucionário que um “carpe diem”.

Mais do que jovens românticos que enfrentam seus pais, os personagens de Rent enfrentam a vida e seus desafios mais baixos. Em um dos momentos mais bonitos da história um personagem secundário canta “Will I?” questionando se um dia perderá sua dignidade e se alguém se importará com isso... no meio do desabafo diz que sua sentença era ter morrido há 3 anos.

No fim, a iluminada Drag Angel proporciona um dos momentos mais lindos...

Pára! Não quero fazer uma resenha da peça!

Acho que o turbilhão de emoções desta semana deve ser conseqüência de ter visto esse filme pela "enésima" vez

Amor de irmão

Foi algum dia essa semana, não lembro exatamente quando. Estava voltando do trabalho, no transito, quando me peguei pensando no dia em que fui me inscrever no vestibular.

Nessa ocasião eu estava ansiosa, era o primeiro passo pra eu conseguir estudar naquele lugar que eu tanto queria. Na época meu irmão era aluno da PUC e minha mãe combinou que ele me acompanharia até o lugar certinho das inscrições.

Saltei na porta da faculdade e fomos andando até o departamento de inscrições. Quando cheguei lá todos os amigos deles estavam na fila guardando lugar pra mim. Pessoas que na época eu pouco tinha intimidade e que hoje fazem parte da minha vida!

Era sem dúvida a pessoa mais “popular” da fila de inscrição! Todos torciam pra eu marcar ADM ao invés de COM para ser caloura deles. Não mudei minha idéia e o “X” foi feito na caixinha de Comunicação. Mesmo assim a festa que eles estavam fazendo por mim não diminuiu.

Não lembro mais muita coisa desse dia. Acho que desde então nunca mais tinha pensado nisso ou relembrado esta data.

No dia seguinte de ter lembrado desta história, estava novamente no carro indo pro trabalho e comentei isso com o meu irmão, de que tinha lembrado do dia da inscrição na PUC. Mais surpresa do que eu fiquei quando me peguei lembrando deste dia, fiquei com a felicidade do meu irmão em ver que aquele dia e o fato dele ter reunido os amigos dele para me darem força tinha sido especial pra mim.

E deve ser por pensar em me fazer feliz em todo e qualquer pequeno detalhe que amo meu irmão mais do que qualquer coisa ou pessoa neste mundo!