sábado, 15 de dezembro de 2007

Dúvidas

Vira e mexe me pergunto o que é mais forte: minha vontade de amar ou minha vontade de ser livre sempre.

O ideal era poder ter os dois, mas sei que não é assim que funciona, nunca foi assim.

Não tem como negar que sou uma ávida por distribuir afeto, o dôo muito melhor do que recebo, mas quanto mais raízes se cria, menos livre se é.

E assim, volto ao meu eterno dilema....

Um dia a coleira vai pesar, mas acho que agora tenho certeza de que esse dia ainda não é hoje.

Que venha o mundo! Eu e o mundo! Eu, o mundo e meus amores!

domingo, 2 de dezembro de 2007

Wanna be Marilia Gabriela

Sabe como é... amigos recém formados em jornalismo tem sede de entrevistas... Acabei servindo de cobaia para um deles... A "entrevista" a seguir foi feita por MSN, e teve início às 3:30 da manhã... Juro que me esmerei muito na edição ;-)
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Qual o emprego dos seus sonhos?
Pra ir ainda mais longe eu respondo qual seria minha carreira dos sonhos. Eu começaria como roteirista de TV evoluiria para adaptação de espetáculos gringos e terminaria escrevendo e produzindo meus próprios musicais. Um Tommy não cairia nada mal também...

Que instrumento você gostaria de saber tocar?
Essa é fácil...
O mais charmoso deles, a gaita!

Qual a viagem dos seus sonhos?
Qualquer viagem pra mim é um sonho... Mas tem duas em particular que eu estou loca pra fazer: países nórdicos e Irlanda.

Qual o momento mais divertido que você já viveu numa festa?
Difícil... Já me diverti muito e em muitas festas...
Mas serve uma festa em São Paulo, em 2005, até o balcão do bar daquela boite tem história pra contar.

Qual a coisa que você queria muito quando era criança e nunca teve?
Fácil... culpo minha mãe até hoje por não ter me dado o castelo de Polly Pocket

O que há muitos anos você quer fazer e ainda não fez?
Pular de Bungee Jump

Que época ou momento histórico você gostaria de visitar?
Os bailes da corte européia no século XVII/XVIII. Aquele salão lotado com todas as pessoas dançando de forma coreografada, com aquelas roupas lindas e a orquestra tocando ao Vivo.

Em que ordem de importância você classifica o amor, a espiritualidade, a liberdade e a felicidade?
Complicado... Até por que acredito que a felicidade seria resultado de você saber ordenar essas coisas de forma certa... Deixando esse detalhe de lado, acho que a minha ordem seria: Liberdade, felicidade, amor e espiritualidade.

Se você fosse fazer uma tatuagem, como ela seria e em que parte do corpo?
Reposta rápida e precisa! Tatuaria emoção no pé esquerdo e razão no pé direito, ambos escritos em árabe. Representando que só é possível o equilíbrio com os dois pés no chão.

O que você preferiria: ser o pior jogador de um time campeão ou o melhor jogador de um time fracassado?
Difícil... Mesmo a equipe sendo ruim é bom saber que você é um destaque, mas em se tratando de ume esporte coletivo você não pode querer as glórias pra você. Aí, complicado... mas acho que preferia ser o pior jogador de um time campeão. Não por ser mais cômodo e sim pela possibilidade de aprender com os melhores.

Você cortaria toda a junk food da sua dieta se isso lhe garantisse mais 5 anos de vida?

Se isso incluir batata frita, jamais!

Se você pudesse superar um dos seus medos, qual seria?

O medo de sonhar mais alto do que eu realmente posso alcançar. Ou seja, insegurança quanto a decepção.

Na última vez que você chorou, qual foi o motivo?
Confesso que eu choro muito pouco... Não estou lembrando claramente o que foi... Mas a última que eu consigo lembrar foi em um episódio de House, quando ele abre mão da ex-namorada depois de mais uma amarga sessão de auto-crítica.

O que você acha que vai acontecer com você depois da morte?
Vou me decompor, ué.


Você já passou por alguma coisa ruim que acabou se revelando o melhor que poderia ter acontecido?
Definitivamente sim! Ter perdido a eleição para presidência da Empresa Júnior no final de 2005 foi um golpe duro, mas que se mostrou a melhor coisa que poderia ter me acontecido.

Se você ganhasse ingressos na primeira fila para qualquer show, quem você iria querer ver?
Posso trocar o show de música pela primeira fila da gravação de um programa do Silvio Santos? Se não puder acho que escolheria um show do Michael Jackson, nos tempos áureos, é claro... quem sabe ele não me chamava pra riscar uns passinhos com ele?

Qual a conquista da qual você mais se orgulha?
A mais recente delas... a conclusão da faculdade...

Se você tivesse a chance de fazer algo perigoso uma só vez sem correr nenhum risco, o que seria?
Nadaria na lava de um vulcão. A textura da lava sempre me encantou, deve ser muito gostoso!

Cada pessoa só tem uma alma gêmea?
Só uma? Acho que não existe nenhuma. Acredito em almas complementares, não gêmeas.

O que você mudaria na sua personalidade?
O fato de eu ser muito fechada e nem sempre permitir a aproximação das pessoas.

Que vício você se permitiria desfrutar, se pudesse evitar todos os seus efeitos negativos?
LSD! Todo mundo que eu conheço que usou diz que não há viagem mais fantástica!

Qual a sua citação ou frase famosa preferida?
“Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. Tudo muda o tempo todo no mundo”

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Agradecimentos...

Quatro anos se passaram desde que me ingressei nesta universidade.
Os sonhos de então diferem tanto dos de hoje que me pergunto se ainda sou a mesma pessoa. Como se pode mudar tanto sendo, ao mesmo tempo, a mesma pessoa?
Foram livros, professores, amigos, viagens, problemas e, soluções, caminhos... foram os anos do início do flerte com a vida adulta.
Não posso deixar de olhar pra trás e agradecer às pessoas que estiveram comigo durante esses anos. Pessoas às quais dedico um pouco de cada uma dessas linhas
E.M., C.M., LV. e B.G. – Mais do que chefes, incentivadores. Por terem me impulsionado profissionalmente, me ensinando que eu poderia ser mais do que “apenas” uma estudante de comunicação, por terem me dado lições em forma de projetos e desafios.
M.E., R.B., C.B. e L.M – Os maiores tesouros que conquistei até hoje. Obrigada por estarem sempre ao meu lado, por me darem a chance de participar da vida de vocês e por fazerem a minha muito mais feliz e completa.
E, por fim, aos meus pais, José Luiz e Joseane, e ao meu irmão José Luís, dedico muito mais do que este simples trabalho acadêmico, a eles dedico minha vida.

domingo, 25 de novembro de 2007

O blá blá blá da arte

Depois de estudar sociologia da arte, antropologia da arte, as representações psicológicas da arte... Acho que o que eu aprendi foi mais ou menos isso aí:

sábado, 24 de novembro de 2007

Que torcida é essa?

Declaração de um Santista após o último jogo entre os dois clubes:


"A torcida do Flamengo não é normal. Sabe quando a gente pula e canta? Então, a gente faz isso olhando pros amigos, pra torcida, pra nós, né? Cara.. eles cantam olhando pro campo! PArece que querem berrar pro jogador ouvir Quando você chega no Maracanã, você tem medo do Flamengo. Você sai de São Paulo imaginando um time que vive brigando pra não cair. Quando entra no MAracanã, você tem a nítida sensação que vai encontrar o maior time do mundo. Aquela camisa cresce na sua frente, parece que não existe nada além do Flamengo durante 90 minutos. Eu nunca vi nada igual Eles amam o time...".


E vendo isso...

Não tem como pensar deferente mesmo...

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Quase a saideira

A cada dia que passa o fantasma da formatura me cutuca mais de perto...
Hoje, por exemplo. Estão faltando apenas 7 dias...
A previsão pra semana que vem é “animadora”: em 5 dias serão 6 provas/trabalhos/monografia.

Mas nem tudo neste período é tensão. Hoje uma amiga entregou a monografia, para comemorar fomos eu, ela e uma 3ª amiga para o famoso bar que cerca a faculdade. Às 10:30 da manhã.

Aí, aí... Todo mundo deveria ter o direito de ficar bêbada, no meio do dia e cercada de amigas de vez em quando.

Peguei meu carro já quase 13:00h, dirigi até o centro rindo e cheguei no trabalho forçando cara de séria... Ai, ai... Como isso me faz bem!! =)

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Por isso bota a camisinha, bota meu amor...

Vai dizer que essa não é a melhor campanha sobre o uso da camisinha de todos os tempos?



Simplesmente SENSACIONAL!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Palavras raras

Tem um tempo comprei um livro chamado “TINGO – O irresistível almanaque das palavras que a gente não tem”. O livro traz uma coleção de palavras super especificas que só existem em determinada cultura.

Desde que o comprei ele fica em cima da minha escrivaninha e, sempre que da na telha, abro pra me deliciar com alguma maluquice, de algum lugar ermo do mundo.

Hoje acabai abrindo o livro na página que introduz o capítulo sobre “APAIXONAR-SE”. Esta página é ilustrada com um ditado Zoncá, um dialeto do Butão (ganha um premio quem achar o Butão no mapa).

O ditado diz o seguinte:
Nam gawa the wei woe hu yoe: phung dang si yang they nang yoe.

Em outras palavras:
A diversão e o prazer estão abaixo do umbigo; as rixas e os problemas também.

Me pareceu bastante sábio este povo do Butão...

Desbravando um pouco mais deste capítulo específico descobri que na Colômbia, por exemplo quando você está perdidamente apaixonado você diz que está “tragado como media de cartero”, ou seja, com o coração gasto como as meias de um carteiro.
Já no sul do Chile existe uma palavras pra descrever quando uma casal troca olhares de desejo mútuo em que ambas as partes sabem o que querem, mas não dão o primeiro passo. É mihlapinatapei.

E são palavras curiosas que não acabam mais...

terça-feira, 13 de novembro de 2007

vazio

Odeio a sensação de vazio que eu sinto toda vez que eu acabo de ler um livro muito bom. Agora por exemplo, são apenas 22:36 e eu não sei o que fazer. O magnifico livro que acompanhou todos os meus passos nos últimos 5 dias acabou e a possibilidade de ter que ligar a TV pra me entreter chega a provocar um breve arrepio.
Pelo menos me resta a certeza de que os bons livros estão sempre ao alncance dos braços, na prateleira do lado com as páginas marcadas com sentimentos diferentes a cada vez que os relemos.

pequenas certezas

Quando eu tinha uns 13 anos todo final de semana (normalmente mais de uma vez por final de semana) minha diversão era ir ao cinema e lanchar em algum lugar legal com meus amigos da escola. O lugar legal acabava sendo quase sempre o mesmo e os amigos da escoa também.

Às vezes me perguntavam se eu não enjoava de ir tanto ao cinema, mas, realmente, isso nunca aconteceu. Adorava (adoro!) cinema e meus amigos.

Esse final de semana vi um filminho na minha cabeça... o mesmo cinema, lanchando no mesmo lugar, com a mesma companhia...

E pra mim não é nem um pouco surpresa o programa continuar sendo ótimo.
Acho que são essas poucas certezas, as de que certas coisas nunca vão mudar, que nos permitem arriscar coisas novas.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Sintomas

Depois de uma overdose de HOUSE no feriado estou com a irritante mania de juntar quaisquer sintonmas que eu tenha e formular uma dença terrível.
Se pelo menos eu tivesse aqueles olhões azuis pra cuidar de mim...

domingo, 4 de novembro de 2007

Sintomas

Absolutamente tem algo errado com você quando...

1) Depois de apenas 3 dias usando muletas todos os seus músculos ligados ao braço doem absurdamente... Falta de preparo físico? Imagina...

2) Quando você chora que nem criança com mais um episódio de extreme makeover... Emocionalmente frágil? Tsssss, que nada.
Mostrei pra algumas amigas que disseram não conseguir nem esboçar um sorriso...

Eu morri de rir!!



Talvez seja o efeito dos remédios...

Notas de um feriado

Como as coisas são muito justas, depois de uma semana trabalhando todos os dias até depois das 21h, na véspera do feriado, eu ganho de presente um pé imobilizado.

Mas é um pé daquele tipo de dói bastante e que você não consegue nem por o pé no chão... que tem ficar tomando remédio e pedindo pra todo mundo fazer tudo pra você.

Definitivamente não é o que eu esperava pro meu feriado...

Resultado? Em 3 dias vi toda a primeira temporada de House.
Já que se está em casa sozinha e "doente", por que não assistir um seriado de hospital, né? Super "cheer me up"! Bem, pelo menos lá as pessoas quase sempre sobrevivem. Acho que eu também vou!

Um detalhe importante que eu fiquei pensando esses dias também... Como ficávamos de cama antes do lap top? Sem computado, é isso mesmo? Não bastava estar doente, tinha que se deprimir por completo? É... a vida “no passado” sabia ser dura...

Em compensação todos os trabalhos atrasados da faculdade e a famigerada monografia... pergunta se foram pra frente? Nem uma linha sequer! E a desculpa? Não queria contaminá-los com o meu possível baixo astral. A arte de se enganar! Sou mestre nela!