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domingo, 4 de abril de 2010

Onde mora o seu coração?

_ Lexie, é do Alex que estamos falando. Emocionalmente ele é tão maduro como eu há três anos atrás. Você sabe que não pode nutrir sentimentos por ele.
_ Claro que não. É apenas sexo! Nào há sentimento envolvido.
_ Com certeza! Por que você é a garota sem sentimentos! Acorda! Seu coração mora na sua vagina!
_ Claro que não! Até parece! Eu juro que dessa vez não.
_ Ta bom... eu acredito. Boa sorte!
_ E pra que fique registrado, meuc oração não mora na minha vagina!

(Greys Anatomy, 6a temporada, episódio 16. Dialogo entre as irmãs Gray... God bless a roteirista desta série... Por que ouvir isso na TV ;e bem mais fácil do que ter uma irmã ou amiga realmente tendo que te dizer isso)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Na mosca

Mas quanto a essa eu não tinha a menor dúvida!
Sou do Fã Clube dessa Desperate!
E ai de quem mexer com os meus!

Por essa eu não esperava

Justo o Tommy... Quem diria!
Por mais careta que eu seja esperava pelo menos a Sarah.
Mas podia ter sido pior...

domingo, 30 de novembro de 2008

Kiss me

Quando eu tinha 12 anos começou a passar aqui no Brasil Dawson’s Creek. Eu e minhas amigas amávamos o seriado. Não perdíamos por nada. Nós realmente acreditávamos que nossas vidas seriam como a de Dawson, Joey e companhia. Segunda-feira, 21h. Esse era o horário sagrado.

Os altos e baixos do seriado eram acompanhados de perto e as idéias eram trocadas com as amigas durante os intervalos, por telefone. Não dava para esperar até o dia seguinte.

A trilha de “Dawson” embalava meus sonhos adolescentes. Kiss me, a música do casal principal, ecoou milhões de vezes durante as crises de paixonite adolescente. No carnaval de 1999, então... Não sei como minha família não me expulsou de casa, ou, pelo menos, como não jogou o CD fora.

O tempo passou, o seriado terminou. A adolescência também. Recentemente assisti toda a série novamente em DVD e não pude deixar de notar que sempre que “Kiss me” tocava, surgia aquele risinho involuntário no meu rosto. É impossível não ligar essa música a toda uma época da minha vida.

Pois dia desses a adolescente que ainda vive escondida em algum lugar dentro de mim deve ter ficado feliz. Não foi com o Dawson, tão pouco foi com a paixonite 1999, mas tocou kiss me.


(Um pouquinho de Dawson’s Creek não faz mal pra ninguém... Destaque para a primeira cena – essa cena das sombras ra o máximo do romantismo na minha cabeça juvenil.).

terça-feira, 1 de abril de 2008

Eu, os livros e o bar

Depois de conviver comigo mesma por 21 anos e 9 meses (ai meu Deus, eu já tenho quase 22!) eu deveria me conhecer suficientemente bem pra saber que assistir seriados melosos de forma compulsiva durante períodos de extrema carência não seria uma boa coisa.
Estou pensando em largar tudo, me mudar pro interior, levando nada mais do que meus livros... viveria assim... eu e meus livros... quem sabe eu abriria um pequeno bar. É, acho que seria isso... Eu, os livros e o bar... E as pessoas que eu eventualmente conhecesse em virtude do bar...

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Amor

Tirando os da família, só amo 2 homens mais do amo que amo ele.

E olha que eu amo muito esse aí...




Ai, Dr. House... é muito amor, sabia?!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Sintomas

Depois de uma overdose de HOUSE no feriado estou com a irritante mania de juntar quaisquer sintonmas que eu tenha e formular uma dença terrível.
Se pelo menos eu tivesse aqueles olhões azuis pra cuidar de mim...

domingo, 4 de novembro de 2007

Notas de um feriado

Como as coisas são muito justas, depois de uma semana trabalhando todos os dias até depois das 21h, na véspera do feriado, eu ganho de presente um pé imobilizado.

Mas é um pé daquele tipo de dói bastante e que você não consegue nem por o pé no chão... que tem ficar tomando remédio e pedindo pra todo mundo fazer tudo pra você.

Definitivamente não é o que eu esperava pro meu feriado...

Resultado? Em 3 dias vi toda a primeira temporada de House.
Já que se está em casa sozinha e "doente", por que não assistir um seriado de hospital, né? Super "cheer me up"! Bem, pelo menos lá as pessoas quase sempre sobrevivem. Acho que eu também vou!

Um detalhe importante que eu fiquei pensando esses dias também... Como ficávamos de cama antes do lap top? Sem computado, é isso mesmo? Não bastava estar doente, tinha que se deprimir por completo? É... a vida “no passado” sabia ser dura...

Em compensação todos os trabalhos atrasados da faculdade e a famigerada monografia... pergunta se foram pra frente? Nem uma linha sequer! E a desculpa? Não queria contaminá-los com o meu possível baixo astral. A arte de se enganar! Sou mestre nela!