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terça-feira, 6 de julho de 2010

Enxame

E uma amiga pergunta pra outra:

Amiga 1– Então, como está o Fulaninho?
Amiga 2 – Ah, eu meio que botei o fulaninho em hold, muito complicado. Não tava funcionando. Mas sabe com quem eu saí na semana passada?
1 – Quem?
2 – Com o Beltrano, aquele amigo da Paula, lembra?
1 – Claro! Sei quem é... não sabia que vocês estavam de rolo. Mas e aquele carinha do seu prédio?
2 – Estamos naquele de flerte de elevador... Por enquanto está divertido.
1 – Que isso, heim, amiga! Ta com mel!
2 – Pode até ser... o mel atraiu um monte de abelhas, mas pica que é bom... nada! Nenhuma pica!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Essa juventude de hoje em dia...

Ontem de noite dei uma parada estratégica na farmácia.
Como eu adoro farmácias!
Passo horas vendo shampoos, cremes, cosméticos... O povo que trabalha na perto lá de casa já me chama até pelo nome.
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Estava me divertindo no meu passeio quando vejo uma menina parada olhando para aquela parede cheia de absorventes com uma cara de interrogação no rosto.
Julgando pela aparência ela devia ter em torno de 14 anos, estava com o uniforme escolar da rede pública. Dava pra ver que estava bem naquela faze em que o corpo está se transformando. Já existiam sinais de peitos, mas a cintura ainda não estava lá. A pele com algumas, ainda poucas, espinhas...
Na hora imaginei que ela deveria ser uma dessas meninas que não tinha uma mãe, tia, madrasta, ou qualquer coisa que o valha, para recorrer e que havia ficado menstruada pela 1ª vez. Me sensibilizei na hora.
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Fui me aproximando dela aos poucos, fingi que examinava a prateleira, e fiz um daqueles comentários soltos no ar pra ver se ela pegava a isca “nossa, cada dia eles inventam um modelo novo. Assim a gente até se perde na hora de escolher”. Ela na mesma hora olhou pra mim e concordou.
Achei que era a deixa que eu precisava e perguntei se ela precisava de ajuda.
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Foi nessa hora que todo o espírito maquiavélico adolescente se revelou.
Vejam só como estão as coisas nesse mundo.

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Ela sorriu e disse que sim enquanto me puxava para o fundo da loja.
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- Eu preciso de ajuda sim, mas é pra comprar outra coisa. Eu fiquei aqui perto dos absorventes por que sabia que alguma mulher mais velha do que eu viria oferecer ajuda e assim eu poderia dizer o que eu to querendo mesmo.
(É impressão minha ou ela me chamou de idiota? Eu achando que tinha jogado a isca pra ela quando quem caiu na dela fui eu).
- Bom, o que você está querendo mesmo?
- É que... tipo assim... hoje eu vou transar pela 1ª vez com o meu namorado, sabe...
(Apesar dela tentar manter a pose de “decidida” dava pra ver um certo nervosismo no rosto dela). A gente tinha marcado de se encontrar na saída do curso dele, mas ele me mandou uma mensagem falando pra eu comprar a camisinha antes. Eu disse pra ele ir, mas ele respondeu que esqueceu e que se ele fosse comprar depois do curso ia ficar muito tarde.
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Confesso que estava ouvindo aquilo tudo meio chocada. Na idade dela o meu 1º beijo ainda nem tinha comemorado aniversário e ela já estava passando na farmácia pra comprar a camisinha que o namorado dizia ter esquecido. Eu queria sentar e conversar com ela, perguntar quantos anos ela tinha, se era aquilo mesmo que ela queria fazer, e todo aquele bla bla bla... Mas eu continuei parada, apenas ouvindo.
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- Na hora eu não gostei, mas aí parei pra pensar e achei legal ele me pedir pra comprar, por que mostra que ele não quer fazer sem e isso é bom, né?
- É sim, é ótimo (o que mais eu poderia ter dito?)
- O problema é que eu não sei qual é a camisinha certa pra comprar... e tem tantas lá...
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Respirei fundo e preparei todo aquele discurso de aula de orientação sexual...
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- Olha, querida, qual o seu nome? Então, Livia, não existe camisinha certa e camisinha errada, existe aquela que o cara prefere. Uma é mais lubrificada a outra é menos, uma é mais fina a outra é menos fina, com textura, sem textura...
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Com os olhos arregalados e meio desapontados de quem esperava uma resposta exata do tipo “primeira vez com o namorado? Então use a camisinha XYZ” ela continuou...
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- Mas não tem, tipo assim, uma que seja a mais vendida, ou a mais popular?
- Sim, existem as marcas mais populares, mas como você deve ter visto, cada marca tem vários modelos.
- Já sei então! Vamos lá na frente e você pega pra mim a que o seu namorado gosta, pode ser?
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Achei curioso a certeza dela em relação ao meu estado civil. Que bom que a minha solteirice ainda não salta aos olhos. Já estava achando aquela situação engraçada demais, mas desespero da menina já estava passando do aceitável. Fui andando em direção a prateleira das camisinhas e parei pra pensar que não lembrava de já ter passado por essa situação antes. Acho que nunca comprei camisinha, se comprei não foi algo marcante. Encarei aquela infinidade de embalagens diferentes, olhei por um instante e peguei uma.
Quando fui entregar pra ela, ao invés de pegar o pacote, com os olhinhos pidões, ela me entregou uma nota de R$10,00. A minha vontade foi, mais uma vez, dar uma de tia e dizer “ah, pra transar você não tem vergonha, agora pra comprar camisinha tem? Assim fica fácil!”. Mas, mais uma vez eu não fiz isso. Peguei a nota que ela me deu, coloquei o pacote dentro da minha cesta e fui ao caixa.
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- Aqui Livia, toma as suas camisinhas.
- Obrigada, moça.
- Juizo, heim (esse comentário eu não consegui segurar).
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Ela sumiu correndo na rua e eu fui andando pra casa. No caminho não sei se eu me sentia mais...
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> Idiota por ter caído no plano de uma menina de 14 anos que fingiu não saber comprar absorventes quando, na verdade, queria comprar camisinhas.
> Assustada por constatar que, cada vez mais, esse povo se inicia mais cedo na vida sexual, pulando etapas...
> Preocupada como o jogo Palmeiras e Flamengo que começaria em poucos minutos...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Proximidades



Aqui no Brasil, quem visita a Igreja do Senhor do Bonfim em Salvador, raramente resiste a amarrar sua fitinha nas grades. Um pedido para cada nó e cada um tem direito a três nós.

Conversando com as moças que dão (porque vender pulseira do Bonfim não é certo, segundo eles) as fitinhas, elas juram que as que mais saem são as vermelhas, para pedidos relacionados ao amor.

De uns tempos pra cá as grades que cercam a igreja ficaram cheias e até as esquadrias das janelas internas passaram a ser usadas.

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Recentemente descobri que lá do ouro lado do mundo existe algo parecido. Os casais moscovitas têm por hábito mandar fazer cadeados gravados com os seus nomes, prende-los nos portões da catedral do Cristo Salvador, e jogar a chave no Rio Moscou. Assim eles acham que terão amor eterno.

O problema é que não há mais onde prender cadeados. Com isso a prefeitura mandou plantar mais árvores no entorno da igreja para que os apaixonados possam garantir seus cadeados.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Decoração


Então, uma mulher se trabalha no mesmo andar que eu decora a baia dela com uma boia de braço de elefantinho azul.
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O mais incrível é que parece que fui a única a char isso um tanto quanto esquisito.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Direto do estádio

Com um pouco de atraso...

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Histórias da decisão do campeonato carioca...

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Ainda no 1º jogo da final, sentei ao lado de duas mulheres (que mais tarde descobri esposas de pessoas da comissão técnica do Flamengo) e suas filhinhas. As meninas não tinham mais de 4 anos... Lindas, todas fantasiadas de rubro e negro.

O jogo estava morno e difícil de prender a atenção. Se pra mim estava assim, imagine para as meninas... mas justo elas foram a solução para o meu tédio. Reparei que elas não paravam de olhar pra mim enquanto cantava as músicas da torcida. Foi a deixa. Uma sentou no braço da minha cadeira, a outra ficou em pé na cadeira ao lado e assim fiquei uns bons 15 minutos ensinando a elas todas as músicas da torcida do flamengo. Quando a música tinha palavrão, uma virava pra outra e dizia “essa não pode, né... tem palavra que o papai não deixa”. Uma graça!

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Já no 2º jogo, sentou ao meu lado uma família de Recifenses flamenguistas que viajaram para o Rio só para ver o jogo. Aproveitaram a ocasião para levar o filho caçula, de 5 anos, para o estádio pela primeira vez. Via-se na cara do menino que ela não dava a mínima pra futebol. Quando o Flamengo fez o segundo gol o menino virou-se para o irmão mais velho e disse: “ fazer gol é muito bom, mas também deve ser muito ruim”. Diante da cara de incompreensão do irmão o menino continuou “o gol é maneiro, mas depois vem todo mundo te bater, pular em cima d você, nada a ver isso”. Pude ver de longe o mais velho querendo fuzilar o pequeno com os olhos.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Constatação

Hoje dei risadas no aeroporto ao lembrar do tempo em que as pessoas se arrumavam para viajar de avião bem vestidas...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

História surrealmente real


Se eu não conhecesse as personagens da historia eu dificilmente acreditaria na veracidade dela. Mas aconteceu e foi mais ou menos assim:

 

Duas amigas foram passar uma semana em Nova York. Último dia de viagem, aquela tradicional correria pra garantir as últimas compras.

Chegaram no hotel já em cima da hora de fechar a as malas

paga a conta e se mandar pro aeroporto. Correram pelo saguão e entraram depressa no elevador. Ao entrar pânico! Um cara negro, enorme, segurando dois dobermans pela coleira. O Elevador era mínimo e elas ficaram completamente paralisadas enquanto a gaiola subia mais lentamente do que de costume. Percebendo o pânico das meninas, o dono do cão ordena “SIT”. As duas imediatamente escorregam pela parede do elevador e se sentam no chão!

 

Sim amigos, elas obedeceram a uma ordem dada aos cachorros!!! Mas a história não termina ai!


Quando a porta abriu elas se jogaram pra fora do elevador! Fecharam as malas correndo e foram ruma a recepção do hotel pagar a conta.

 

- Oi, boa tarde, você poderia, por favor, fechar a conta do 

quarto 1010?

- Um minuto só. Desculpe senhora, mas a sua conta já foi paga.

- Não, não foi. Meu nome é Maricota da Silva, do quarto 1010. Será que você poderia ver isso pra gente rapidinho que estamos super atrasadas pra sair pro aeroporto.

- Senhora, a sua conta acabou de ser paga por um senhor que deixou este bilhete.

 

O bilhete dizia:

 

“Obrigado pela tarde de risadas sem fim. Abraços Michael Jordan”.

 

domingo, 30 de novembro de 2008

Pará

Até bem pouco atrás eu só ouvia falar do Pará através de uma grande amiga cuja família vem toda de lá.

Mas de uns tempos pra cá...

- Saí com um paraense;
- Minha amiga saiu com um paraense;
- Meu novo chefe é paraense;
- Em um chopp com amigos esta semana havia dois paraenses, cada um trazido por um amigo diferente;
- Num show que fui esta semana o homem sentado ao meu lado era paraense.

Todos esses “encontros” imediatos em 1º grau com paraenses aconteceram nos últimos 15 dias!
Acho que os paraenses são como os Gremlins... Só ainda não descobri o que os faz se multiplicar com tanta velocidade... E, que fique bem claro, eu sempre goste dos Gremlins.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Fill in the blanks

Ao lado do caixa do restaurante onde almoço quase que diariamente tem um porta MICA... (Pra quem não sabe, MICA são aqueles cartões postais publicitários). Vira e mexe (já disse que eu adoro essa expressão?) algum cartão me chama a atenção e eu pego pra dar uma olhada...

Hoje tinha um cartão todo cinza com um escrito em fonte de máquina de escrever. Super discreto. Exatamente por isso se destacava.

Peguei o cartão para ler e me deparei com o seguinte:

Paulo está pelado com sua amante na cama,
Quando a porta do quarto se abre
De repente. Os dois olham assustados.
É Claudia, sua esposa:

Claudia (perplexa):
- Não acredito, Paulo!
Você está me traindo?

Paulo:
- Calma, meu amor, eu posso explicar:
________________________________
________________________________*

Claudia:
- Ai, meu denguinho, me perdoa.
Como eu pude duvidar de você?


* Papare-se para contar uma boa história em pouco tempo. Vem aí o festival de curtas do AXN.


Achei a propaganda sensacional! Sutil como eu gosto!
Peguei um cartãzinho e subi com ele pro escritório. Chamei o pessoal envolta da minha mesa e propus o exercício de “fill in the blanks”. Como vocês acham que foi a resposta do Paulo...

As respostas estavam muito lugar comum até que o mineirinho pediu a palavra…

Eis a resposta dele: Eu falaria o seguinte... “Eu cheguei do trabalho cansado e fui tomar uma ducha pra dormir um pouco. Como você vive esquecendo a chave, deixei a porta aberta pra você não precisar me acordar quando chegasse. Nisso, a louca desta mulher apareceu aqui, tirou a roupa e deito do meu lado. Agora, se você não quiser acreditar tudo bem... faça exatamente o jogo dela, brigue comigo, me ponha pra fora de casa. Ela estará rindo de orelha a orelha e nós dois sofrendo. Se bem que... quem não quer ficar do lado de uma mulher que prefere acreditar em qualquer sirigaita do que em mim sou eu. Não precisa nem esquentar a cabeça. Me da meia hora que eu tiro tudo meu daqui deste quarto.”

Ai, ai... mulher é bicho burro, né...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Aprendendo

Meu afilhado é uma dessas crianças com uma inteligência fora do normal. Certa vez, ele devia ter uns 6 ou 7 anos, ele, que mora em outro estado, veio me visitar aqui em casa.

Enquanto nossas mães conversavam na sala eu entrei para terminar a arrumação de livros que estava fazendo no meu quarto. O rapazinho veio atrás.

- Bob, você desculpa, mas a Dinda não vai poder brincar agora. Tenho que terminar de arrumar esses livros...
- Tudo bem, Dinda. Enquanto espero, posso brincar com o seu tapete?

Abre parênteses (Na época o tapete do meu quarto era um grande quebra-cabeças com uma imagem do fundo do mar. Era comum crianças, e alguns não tão crianças assim, aproveitarem as visitas ao meu quarto para montar o brinquedinho) Fecha parênteses.

- Claro, meu amor.

Algum tempo depois...

- Dinda, você tem todos os livros do mundo no seu quarto?
- Ainda, não, Bob. Ainda não.
- Mais um dia você vai ter?
- Infelizmente não.
- Então não fala ainda... ainda parece que você ainda tem esperança.

Tão pequetitos e já tão sábios... não precisou de muita estrada pra entender que a expectativa caminha junto com a decepção.

domingo, 27 de abril de 2008

Mulher de Malandro

Conversando com uma amiga esta semana caímos no papo “olha o estado em que nossa cidade chegou”.
Começamos falando de como as coisas estão ficando piores, violência, dengue... até os recentes terremotos/ondas gigantes na Baia de Guanabara foram assunto.
Mas, quando a gente foi ver estávamos falando bem da cidade de novo...
Não resisti a ironia da cena e perguntei:

- Mas como é possível? Não tem 3 minutos estávamos falando do quão impraticável nossa vida estava ficando e agora estamos dizendo como essa atmosfera nos é agradável... Como pode?
- Ah, essa é fácil! Até quando se trata de cidades eu sou assim. Definitivamente eu sou mulher de malandro, adoro apanhar. Só pode ser isso! Simples assim.


Só me restou concordar e dar mais um gole no delicioso chopp que nos encarava na mesa.

domingo, 6 de abril de 2008

Epidemia

Esse fim de semana fui ao Chá de Bebe de uma amiga.

Devia ter cerca de 30 mulheres no evento e, tirando eu e outras 2 todas estavam grávidas ou com crianças pequenas.

No lugar reservado às bolsas, somente 3 modelos “normais” dentre todos os modelos de nylon com a cara de algum famoso personagem infantil.

É incrível como um ambiente assim pode te sufocar depois de um tempo. Ali dentro parecia que a gravidez era algo contagioso. Comecei a ficar com medo de usar copos que pudessem ter sido mal lavados... ir ao banheiro nem pensar!

Lá pelas tantas, procurando uma palavra de apoio liguei pra uma amiga não grávida e retratei o desconforto da situação. Ela me deu um conselho que segui à risca:

“Amiga, senta na sua cadeira, cruza a perna bem cruzada, e não as separe por nada deste mundo até que o último espécime do sexo masculino em idade fértil tenha saído da festa”.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Colagem

Quem quase ganhou, ainda joga, quem quase passou, ainda estuda, quem quase morreu, está vivo, quem quase amou, não amou.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo o impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive ja morreu...
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colagem de fragmentos encontrados em pofiles do orkut

domingo, 25 de novembro de 2007

O blá blá blá da arte

Depois de estudar sociologia da arte, antropologia da arte, as representações psicológicas da arte... Acho que o que eu aprendi foi mais ou menos isso aí:

domingo, 19 de agosto de 2007

Balboa

Parece que os Sérvios sabem homenagear ídolos de verdade...






Estátuas recém inauguradas do Rocky Balboa em uma praça pública na Sérvia.

Took you long enough to get here. Took you ten years to get to my house. Huh, what's the matter? You don't like my house? Does my house stink? That's right-it stinks! I didn't have no favors from you! Don't slum around me. Talkin' about your prime. What about my prime, Mick? At least you had a prime! I didn't have no prime. I didn't have nithin'! Leg's are goin', everything is goin'. Nobody's getting' no nothin'. Guy comes up, offers me a fight. Big deal. Wanna fight the fight? Yeah, I'll fight the big fight. I wouldn't wanna fight. Know what's gonna happen to me? I'm gonna get that! I'm gonna get that! And you wanna be ringside to see it? Do ya? You wanna help me out? Huh? Do you wana see me get my face kicked in? Leg's ain't workin', nothing's workin', but they go, "Go on, fight the champ." Yeah, I'll fight him. Get my face kicked in. And you come around here. You wanna move in here with me? Come on in! It's a nice house! Real nice. Come on in and move. It stinks! This whole place stinks. You wanna help me out? Well, help me out! Come on, help me out. I'm standin' here!

Conheço gente que daria a pontinha do dedo pra tirar uma foto com essa estátua. =P

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Citação

Pra gente ver como tudo nesta vida é uma questão de ponto de vista.
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Olha a citação do jornalista americano Henry Mencker :
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"O adultério e a aplicação dos princípios democráticos ao amor"
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Imagino que devia ser difícil discutir com um cara que argumenta neste nível...

sábado, 11 de agosto de 2007

Agradecimentos

Hoje tive contato com o CD Acústico MTV Sandy & Junior, o último CD da dupla (pelo menos até o ano de 2018 quando a moda será reviver os sucessos dos anos 2000). Já tinha escutado as músicas mas só hoje estive com o CD fisicamente.
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Fui olhar direto o encarte que é uma das coisas que eu mais gosto e mais sinto falta atualmente nessa onde de músicas baixadas da Internet.
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As fotos são bonitas, mas odeie o formato. É do tipo que vem dobrado e você vai abrindo até virar uma única folha e não do tipo livretinho.
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Créditos lidos, passada de olho nas letras (pouca coisa nova já que se trata de uma coletânea) e chego aos agradecimentos. Sandy meiga e doce como sempre agradece a todos pela amizade e carinho. Em determinado ponto ela resolve fazer um agradecimento ao seu grande amor... ela agradece ao L... (sic). Ela achou que foi muito discreta pondo somente uma letra e que ninguém ligaria a tal letra ao nome do namorado (Noivo? Marido?) da moça?
Já os agradecimentos do Junior seguem a linha “meninote descolado” que ele anda tentando fazer pegar nos últimos tempos. Pede desculpas por não saber escrever bem e não faz a linha rasgação de seda. Na metade do texto ele escreve “Ao Jack Bauer, por sempre salvar o mundo em apenas 24 horas (que cara fantástico! Rs...)”. Ainda preciso comentar alguma coisa? Ah, ta... obrigada!
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Ps – Mantenho minha posição de que em poucos anos o Junior será um dos grandes produtores musicais desse país enquanto a Sandy não passará de uma participação especial no CD da Maria Rita.
Pps – Isso, é claro, até o ano de 2018 quando eles se juntarão para lançar um CD com “os grandes clássicos”.

domingo, 22 de julho de 2007

Dourada

Hoje assistiu minha primeira medalha de ouro deste PAN. Juliana e Larissa deram uma passeio no Vôlei feminino!
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A arena montada na praia de Copacabana me surpreendeu por não ser maior. Justo um dos esportes mais populares da cidade e tendo, tanto a equipe masculina quanto a feminina, favorita ao ouro poderia ser maior.
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O que não da pra não notar são os animadores de torcida deviam ser entre 8 e 10 pessoas... Tinham os “normais”, a nega maluca, o sambista malandro, os aqualoucos... Enfim... toda espécie de gente que não parava de pular, gritar e incitar reações do publico a cada bola.
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Eles devem ter pecado muito nessa e em outras vidas para terem esse “emprego”.

domingo, 8 de julho de 2007

Eco 92, Repeteco...

Passeando pelo youtube escontrei esse vídeo.
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Como vocês viram ele foi feito na ECO 92. De lá pra cá 15 anos já se passaram. Fora toda a reflexão do texto que a mais de uma década fala de tudo que as revistas mostram atualmente como algo novo o discurso é feito por uma criança que não tinha em suas mãos a Internet como é hoje... Ou seja a menininha está anos luz a frente do Al Gore!
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O mundo não tem mais 5 bilhões de pessoas e sim 6. Os problemas que ela enumerou só fizeram aumentar... as crianças do Rio de Janeiro continuam morando na rua e nas favelas... é meio desesperador ver que nada mudou, né?
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Agora, por favor, não me levem a mal... A Severn Suzuki é uma menina super inteligente, ativista e tudo mais. Mas se ela falou isso com 12 ou 13 anos, imagina hoje, com 27 ou 28 a pessoa mala que ela não deve ter se tornado?!

sábado, 23 de dezembro de 2006

Situação: Fila de banco.

Cheguei a conversa já estava adiantada... Mas o diálogo que se seguiu foi mais ou menos assim:

A: Mas você como amiga e psicóloga acha que eu devo fazer o que?
B: Já te falei um milhão de vezes que só dou conselho como amiga... psicólogo não da conselho...
A: Ai, que saco isso... mas o que você acha?
B: Blá blá blá...
A: Jura? Blá blá blá
A:...
B:...
A...!
B: Olha mias tem uma coisa que eu falo pras minhas pacientes e que eu vou falar pra você, é o único conselho que eu vou te dar... ACABA COM O ORKUT!
A: Como assim? Por que?
B: Cara, essa praga acaba com timing de qq relacionamento, é um inferno. Se você está ficando a duas semanas com o cara você não tem que saber se ele troca recados ou não com a ex, isso não te interessa em nada. Se você saiu com o carinha 3 vezes não tem pq ficar controlando com quantas garotas ele troca scraps. Isso não é importante nesta etapa do relacionamento. Também não vai te acrescentar em nada ficar pensando se o scrap daquele quebrete tinha ou não segundas intenções... Não serve pra nada positivo o orkut.
A: Sabe eu ate concordo com tudo isso que você falou... mas ainda não sou evoluída o suficiente... quem sabe um dia eu consigo.

Caixa: próximo!