Por que meu hobbie atual tem sido, antes de dormir, escolher uma boa trilha sonora e esperar o sono relembrando histórias que nunca vivi, reencontrando pessoas que nunca conheci, repassando na minha cabeça diálogos que ainda não foram travados...
Um circo onde o palhaço e o mágico... o equilibrista e o domador... A bailarina e o malabarista... todos são vividos pela mesma pessoa...
sábado, 16 de dezembro de 2006
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
Conversa de bar
Amigo: Me explica uma coisa... Por que toda mulher que eu conheço deu pra 3 caras?
Ela: (rindo)(será que ela se identificou?)
Amigo: É sempre o mesmo papo... a primeira vez foi com o primeiro namorado... sabe como é o primeiro amor, né. O segundo foi um outro namorado... Esse foi mais sério, ficaram mais tempo juntos. Já o terceiro foi um peguete... mais casual...
Ela: (ainda rindo)
Amigo: Sério mesmo, me diz, vocês combinam?! Isso ta no código de conduta burguesa que vocês recebem na escola?
Ela: Pior que é verdade, né... Mas... me diz uma coisa... por que vocês perguntam isso?!
A conversa foi longe depois disso...
Ela: (rindo)(será que ela se identificou?)
Amigo: É sempre o mesmo papo... a primeira vez foi com o primeiro namorado... sabe como é o primeiro amor, né. O segundo foi um outro namorado... Esse foi mais sério, ficaram mais tempo juntos. Já o terceiro foi um peguete... mais casual...
Ela: (ainda rindo)
Amigo: Sério mesmo, me diz, vocês combinam?! Isso ta no código de conduta burguesa que vocês recebem na escola?
Ela: Pior que é verdade, né... Mas... me diz uma coisa... por que vocês perguntam isso?!
A conversa foi longe depois disso...
Ih! Peguei!
Esta é uma sentença que já passou na cabeça de todas as mulheres.
A situação é a seguinte:
O cara está te cercando já tem um tempo (lembro aqui algo importante: tempo é um conceito relativo. Pode significar, anos, meses, dias, ou até mesmo minutos) e você nem tchum... nada te leva a crer que ele mereça uma atenção mais intensiva. Até que em um segundo, com uma simples ação, uma única frase certeira, um movimento friamente calculado... ele te ganha.
Na hora só uma coisa vem a sua cabeça: Ih, peguei! Você até continua fazendo um certo charme e tal, mas só pra valorizar, porque você já sabe que vai ficar com o cidadão.
Não adianta negar, todas já passaram por isso.
Você conhece o cara já tem um tempo, várias vezes ele mandou umas indiretas... Mas você achou que não fosse rolar. Até que um dia vocês estão num barzinho com o pessoal e ele começa a falar espontaneamente de como ele ama, por mais que sinta um pouco de vergonha, “A Noviça Rebelde”. Pronto... bastou. Ih, peguei!
Vocês combinam de sair com o grupo e, por mais que ele more super longe da sua casa, ele arruma um jeito de convencer a todos que a sua casa é caminho e que ele vai te dar carona. Você entra no carro dele, se cumprimentam normalmente, e instantes depois, ele da play no CD. A música que começa é Wonderwall. Ih, peguei!
Vocês estão na night, ele já chegou em você, você até ponderou mas achou melhor não. Se bem que ele é engraçado, não foi uma chegada cara de pau, ele foi original, te fez rir... porém, vai entender as mulheres, você achou melhor não. Quando a pista animou ele começou a dançar... Ele dança lindo. Mas dança que nem homem, sabe... Ai, papai! Ele ta vindo de novo... Ai, ele veio dançar junto... Tssssssss... Ih, peguei!
Ele te convida pra uma festinha na casa dele... Você não vê mal nenhum nisso. Quando ele abre a porta você vê uma mesa de queijos e vinhos e somente duas, eu disse DUAS, taças. A música é altamente sugestiva. Não tem outra... Ih, peguei!
E como estes existem muitos outros exemplos...
Mas pense bem... quem nunca passou por um Ih, peguei!
A situação é a seguinte:
O cara está te cercando já tem um tempo (lembro aqui algo importante: tempo é um conceito relativo. Pode significar, anos, meses, dias, ou até mesmo minutos) e você nem tchum... nada te leva a crer que ele mereça uma atenção mais intensiva. Até que em um segundo, com uma simples ação, uma única frase certeira, um movimento friamente calculado... ele te ganha.
Na hora só uma coisa vem a sua cabeça: Ih, peguei! Você até continua fazendo um certo charme e tal, mas só pra valorizar, porque você já sabe que vai ficar com o cidadão.
Não adianta negar, todas já passaram por isso.
Você conhece o cara já tem um tempo, várias vezes ele mandou umas indiretas... Mas você achou que não fosse rolar. Até que um dia vocês estão num barzinho com o pessoal e ele começa a falar espontaneamente de como ele ama, por mais que sinta um pouco de vergonha, “A Noviça Rebelde”. Pronto... bastou. Ih, peguei!
Vocês combinam de sair com o grupo e, por mais que ele more super longe da sua casa, ele arruma um jeito de convencer a todos que a sua casa é caminho e que ele vai te dar carona. Você entra no carro dele, se cumprimentam normalmente, e instantes depois, ele da play no CD. A música que começa é Wonderwall. Ih, peguei!
Vocês estão na night, ele já chegou em você, você até ponderou mas achou melhor não. Se bem que ele é engraçado, não foi uma chegada cara de pau, ele foi original, te fez rir... porém, vai entender as mulheres, você achou melhor não. Quando a pista animou ele começou a dançar... Ele dança lindo. Mas dança que nem homem, sabe... Ai, papai! Ele ta vindo de novo... Ai, ele veio dançar junto... Tssssssss... Ih, peguei!
Ele te convida pra uma festinha na casa dele... Você não vê mal nenhum nisso. Quando ele abre a porta você vê uma mesa de queijos e vinhos e somente duas, eu disse DUAS, taças. A música é altamente sugestiva. Não tem outra... Ih, peguei!
E como estes existem muitos outros exemplos...
Mas pense bem... quem nunca passou por um Ih, peguei!
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Puxão de orelha
- Ah... é você aí?
- Aham!
- Ih... ta de mau humor?
- E você desconfia o por que?
- Não...
- (fecha a cara)
- Ta... acho que sei o motivo... mas foi tão pouquinho...
- É sempre pouquinho pra você, né?
- Mas dessa vez foi mesmo... você viu!
- É... afinal se passaram duas noites e você pensou nisso AS DUAS noites antes de dormir...
- (cara envergonhada) Mas o que eu posso fazer, é involuntário... eu preferia não pensar.
- O problema não é exatamente pensar ou não pensar... é ficar fantasiando.
- Mas eu não...
- E fantasiar também não teria problema se você assumisse essa postura. Mas agora, meter banca de durona e depois do primeiro cheiro no cangote ficar toda sonhadora...
- Mas não foi por ele, entende... Foi mais por mim mesma... Ele eu sei que foi coisa de momento, one night only... Foi bom, ponto, acabou. E fala sério, não rola ficar fantasiando nada com ele... zero meu tipo! No momento tinha a ver, mas o momento passou. Ih, que mane ficar sonhando o que!
.
.
.
- Ih... Acho que ela já foi embora! Adoro as visitas da minha consciência! Sempre (OK, quase sempre) rápidas e eficazes!
- Aham!
- Ih... ta de mau humor?
- E você desconfia o por que?
- Não...
- (fecha a cara)
- Ta... acho que sei o motivo... mas foi tão pouquinho...
- É sempre pouquinho pra você, né?
- Mas dessa vez foi mesmo... você viu!
- É... afinal se passaram duas noites e você pensou nisso AS DUAS noites antes de dormir...
- (cara envergonhada) Mas o que eu posso fazer, é involuntário... eu preferia não pensar.
- O problema não é exatamente pensar ou não pensar... é ficar fantasiando.
- Mas eu não...
- E fantasiar também não teria problema se você assumisse essa postura. Mas agora, meter banca de durona e depois do primeiro cheiro no cangote ficar toda sonhadora...
- Mas não foi por ele, entende... Foi mais por mim mesma... Ele eu sei que foi coisa de momento, one night only... Foi bom, ponto, acabou. E fala sério, não rola ficar fantasiando nada com ele... zero meu tipo! No momento tinha a ver, mas o momento passou. Ih, que mane ficar sonhando o que!
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- Ih... Acho que ela já foi embora! Adoro as visitas da minha consciência! Sempre (OK, quase sempre) rápidas e eficazes!
domingo, 10 de dezembro de 2006
Santo remédio!
Ideal para esta época de festas de final de ano, congraternizações de empresas, papos com amigos, jogos do tipo "eu nunca", entre outros.
Vale prestar atenção para alguns dos efeitos colaterais citados, mas no geral funciona muito bem!
sábado, 9 de dezembro de 2006
Boa sorte, garoto!
Hoje cedo foi um dia muito importante pra uma pessoa que considero especial pra mim e fiquei sem saber como agir...
Essa pessoa foi uma das pessoas mais importantes durante o meu ano de 2005, me ajudou em momentos super importantes, me ensinou coisas valiosas, rimos muito juntos. Ele me fez sentir o que eu nunca tinha sentindo antes...
Só que no início deste ano, não sei bem ao certo por que, as coisas desandaram... Acho que não soubemos lidar bem com um “meio romance” no meio da nossa amizade (o que é meio patético visto nossas idades) e tudo degringolou. Chegou bem perto de eu sentir raiva dele. Não sei se ele sentiu de mim.
Mas hoje, tendo passado alguns meses e algumas conversas civilizadas depois eu não tenho mágoas. Guardo todos os bons momentos do ano de 2005... e não foram poucos... guardo palavras de incentivo e afeto, guardo momentos de realização.
Acordei querendo mandar uma mensagem de texto desejando boa sorte, dizendo que ele era muito capaz e que eu tinha certeza do sucesso dele. Não consegui.
Pensei em mandar um e-mail, onde eu não me limitaria aos 180 caracteres e poderia dizer por o que de eu acreditar tanto no potencial dele, onde eu poderia aproveitar e agradecer, mostrar a ele que ainda uso muito do que ele me ensinou e que continuo acreditando em boa parte das nossas teorias. Tive medo. Não mandei.
Agora ele não sabe que enquanto eu fazia minha prova de francês eu pensava nele. Não mais com os olhares que trocamos naquele dia 11 de Dezembro... mas com carinho, com a admiração de quem não compreende muito bem o que passa naquela cabeça mas nem por isso deixa de admirá-la.
Pois é... acho que perdi a chance... quem sabe eu escrevo um cartão de natal ou algo assim...
Essa pessoa foi uma das pessoas mais importantes durante o meu ano de 2005, me ajudou em momentos super importantes, me ensinou coisas valiosas, rimos muito juntos. Ele me fez sentir o que eu nunca tinha sentindo antes...
Só que no início deste ano, não sei bem ao certo por que, as coisas desandaram... Acho que não soubemos lidar bem com um “meio romance” no meio da nossa amizade (o que é meio patético visto nossas idades) e tudo degringolou. Chegou bem perto de eu sentir raiva dele. Não sei se ele sentiu de mim.
Mas hoje, tendo passado alguns meses e algumas conversas civilizadas depois eu não tenho mágoas. Guardo todos os bons momentos do ano de 2005... e não foram poucos... guardo palavras de incentivo e afeto, guardo momentos de realização.
Acordei querendo mandar uma mensagem de texto desejando boa sorte, dizendo que ele era muito capaz e que eu tinha certeza do sucesso dele. Não consegui.
Pensei em mandar um e-mail, onde eu não me limitaria aos 180 caracteres e poderia dizer por o que de eu acreditar tanto no potencial dele, onde eu poderia aproveitar e agradecer, mostrar a ele que ainda uso muito do que ele me ensinou e que continuo acreditando em boa parte das nossas teorias. Tive medo. Não mandei.
Agora ele não sabe que enquanto eu fazia minha prova de francês eu pensava nele. Não mais com os olhares que trocamos naquele dia 11 de Dezembro... mas com carinho, com a admiração de quem não compreende muito bem o que passa naquela cabeça mas nem por isso deixa de admirá-la.
Pois é... acho que perdi a chance... quem sabe eu escrevo um cartão de natal ou algo assim...
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
43 things...
Minha mais nova descoberta internética:
43 things
Divertidíssimo!
As pessoas entram lá, se cadastram e postam as 43 coisas que elas querem fazer, lugares que querem conhecer... vale de tudo.... Como o próprio site diz desde coisas que podem mudar o mundo até pequenos detalhes do seu dia-a-dia!
Você não precisa preenchê-los todos de uma só vez, podem ir colocando pouco a pouco...
O mais engraçado é ver a wish list das pessoas... itens como “fall in love” ou “get married” tem praticamente só mulheres enquanto “have sex” só homens”.
Existem coisas mais idiotas como decorar o nome de todos os pássaros da parque nacional de Kruger ou então construir um submarino... Vale a pena!
Agora tenho que parar pra pensar nas minhas 43 coisas... difícil! Nunca fui muito adepta nem a listinha de resoluções de ano novo... Se quiserem me ajudar, aceito sugestões!!!
Ah! Como eu descobri este site?! Mais uma vez de uma forma muito louca... estava viajando pelos sites oficiais de “Little Miss Sunshine”... entrei na versão Australiana do site e me deparei com o 43 things do Dwayne!!!
43 things
Divertidíssimo!
As pessoas entram lá, se cadastram e postam as 43 coisas que elas querem fazer, lugares que querem conhecer... vale de tudo.... Como o próprio site diz desde coisas que podem mudar o mundo até pequenos detalhes do seu dia-a-dia!
Você não precisa preenchê-los todos de uma só vez, podem ir colocando pouco a pouco...
O mais engraçado é ver a wish list das pessoas... itens como “fall in love” ou “get married” tem praticamente só mulheres enquanto “have sex” só homens”.
Existem coisas mais idiotas como decorar o nome de todos os pássaros da parque nacional de Kruger ou então construir um submarino... Vale a pena!
Agora tenho que parar pra pensar nas minhas 43 coisas... difícil! Nunca fui muito adepta nem a listinha de resoluções de ano novo... Se quiserem me ajudar, aceito sugestões!!!
Ah! Como eu descobri este site?! Mais uma vez de uma forma muito louca... estava viajando pelos sites oficiais de “Little Miss Sunshine”... entrei na versão Australiana do site e me deparei com o 43 things do Dwayne!!!
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
When I grow up I wanna work in...
Esse videozinho me fez pensar o por quê de eu ter escolhido publicidade como carreira profissional...
Eu era tão ingênua neste aspecto...
Idealizava tanto...
Achei essa propaganda uma forma muito fofa de brincar com todos os clichês do meio publicitário.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Janelas
Da janela do meu quarto vejo várias outras janelas.
Tem janela de família grande, janela de família pequena, janela de casa com criança, janela com gente que dança esquisito...
Da minha janela, olhando bem pra esquerda tem um prédio muito bonito... dali vejo as janelas de fundos dos apartamentos... Acho que são as janelas dos quartos. A primeira delas é um quarto de criança... já vi a janela aberta algumas vezes, a decoração é fofa, os pais devem ter feito com muito carinho... Nunca vi a criança, mas reparei naquele quarto já tem quase um ano... Ela já deve estar grandinha! Fico pensando que escolhas ela fará nesta vida, se ela recebe atenção na medida certa pra não ser nem largada nem mimada...
A janela que fica em cima desta eu acredito ser um escritório... está sempre com a cortina fechada... a cortina é de pano claro, então consigo ver apenas as sombras... a luz é sempre fraca. Não deve ser uma casa com crianças... Imagino que seja um casal mais velho cujos filhos já não moram mais lá. Um senhor culto deve habitar aquele cômodo... Pra mim deve ser um homem interessante e viajado... cheio de histórias bacanas pra contar.
Uns dois prédios depois deste, no primeiro andar, mora um adolescente muito engraçado... Ele deve ter uns 15 anos... Vira e mexe (como eu me divirto com esta expressão) vejo ele dançando loucamente, sozinho, no quarto... Não sei se ele comemora alguma coisa, se está extravasado algum tipo de alegria ou raiva, se ensaia alguma performance para o seu final de semana... Sei que ele agita os braços de forma frenética e não muito coordenados com o restante do corpo... Se ao menos pudesse ouvir que músicas ele dança... Encontrei uma vez o menino numa farmácia aqui perto... ri sozinha!
Uma determinada varanda me é muito útil... o cara, como todo carioca, não conhece outro canal alem da Globo, desta forma posso assistir outro programa e dar uma conferida pela TV dele se a minha novela já recomeçou.
Mas eu gosto mesmo das janelas que eu não sei quem fecha e quem abre. Nessas janelas crio meus personagens, viajo nas minhas histórias.
Um dos meus personagens preferidos ocupa uma janela no prédio bem em frente ao meu quarto. Não consigo tirar muita coisa da janela que vejo... Não sei se é um quarto, um escritório... O ambiente é muito escuro e sempre vejo o mesmo homem encostado na janela e fumando. Imagino que ele tenha uns 30 anos (com margem de erro de 3 anos para mais ou para menos), na maioria das vezes ele está de camisa social – percebo uma leve preferência por tons azulados -, e nos finais de semana camisas básicas. No prédio que ele mora os apartamentos são grandes e eu sempre o vejo sozinho... No ato dele fumar percebo uma inquietação. Sempre me pergunto o que será que o aflige tanto... problemas no casamento? Será a mulher dele mais uma das dondocas típicas do bairro? Ele pode estar doente ou sofrendo de amor. Pode ser também problemas no trabalho... Será ele mais um deste jovens executivos que vivem em função do trabalho e fuma refletindo na vida que ele vê passando pela janela?
Eu não fumo, mas vejo a vida passando da minha janela...
Tem janela de família grande, janela de família pequena, janela de casa com criança, janela com gente que dança esquisito...
Da minha janela, olhando bem pra esquerda tem um prédio muito bonito... dali vejo as janelas de fundos dos apartamentos... Acho que são as janelas dos quartos. A primeira delas é um quarto de criança... já vi a janela aberta algumas vezes, a decoração é fofa, os pais devem ter feito com muito carinho... Nunca vi a criança, mas reparei naquele quarto já tem quase um ano... Ela já deve estar grandinha! Fico pensando que escolhas ela fará nesta vida, se ela recebe atenção na medida certa pra não ser nem largada nem mimada...
A janela que fica em cima desta eu acredito ser um escritório... está sempre com a cortina fechada... a cortina é de pano claro, então consigo ver apenas as sombras... a luz é sempre fraca. Não deve ser uma casa com crianças... Imagino que seja um casal mais velho cujos filhos já não moram mais lá. Um senhor culto deve habitar aquele cômodo... Pra mim deve ser um homem interessante e viajado... cheio de histórias bacanas pra contar.
Uns dois prédios depois deste, no primeiro andar, mora um adolescente muito engraçado... Ele deve ter uns 15 anos... Vira e mexe (como eu me divirto com esta expressão) vejo ele dançando loucamente, sozinho, no quarto... Não sei se ele comemora alguma coisa, se está extravasado algum tipo de alegria ou raiva, se ensaia alguma performance para o seu final de semana... Sei que ele agita os braços de forma frenética e não muito coordenados com o restante do corpo... Se ao menos pudesse ouvir que músicas ele dança... Encontrei uma vez o menino numa farmácia aqui perto... ri sozinha!
Uma determinada varanda me é muito útil... o cara, como todo carioca, não conhece outro canal alem da Globo, desta forma posso assistir outro programa e dar uma conferida pela TV dele se a minha novela já recomeçou.
Mas eu gosto mesmo das janelas que eu não sei quem fecha e quem abre. Nessas janelas crio meus personagens, viajo nas minhas histórias.
Um dos meus personagens preferidos ocupa uma janela no prédio bem em frente ao meu quarto. Não consigo tirar muita coisa da janela que vejo... Não sei se é um quarto, um escritório... O ambiente é muito escuro e sempre vejo o mesmo homem encostado na janela e fumando. Imagino que ele tenha uns 30 anos (com margem de erro de 3 anos para mais ou para menos), na maioria das vezes ele está de camisa social – percebo uma leve preferência por tons azulados -, e nos finais de semana camisas básicas. No prédio que ele mora os apartamentos são grandes e eu sempre o vejo sozinho... No ato dele fumar percebo uma inquietação. Sempre me pergunto o que será que o aflige tanto... problemas no casamento? Será a mulher dele mais uma das dondocas típicas do bairro? Ele pode estar doente ou sofrendo de amor. Pode ser também problemas no trabalho... Será ele mais um deste jovens executivos que vivem em função do trabalho e fuma refletindo na vida que ele vê passando pela janela?
Eu não fumo, mas vejo a vida passando da minha janela...
Êêê povinho...
Saiu no Blue Bus hoje:
Numa pesquisa realizada pela Revista Seleçoes em 16 países, o Brasil é o 2o quando o assunto é acreditar em Deus. 95,3% dos brasileiros acreditam. O país perde apenas da Polônia, onde o indice é de 97%. O levantamento queria saber quais sao as crenças do homem moderno e os resultdos estao em materia de capa na ediçao de dezembro, chegando às bancas esta semana. Quando questionado sobre outras crenças, o brasileiro diz acreditar no poder das oraçoes (93%), no mau-olhado (51%) e também no poder das correntes enviadas por email (10%).
Mas que povinho este nosso, heim! Se "temos" está fé nas correntes via e-mail, estou curiosa pra ler a matéria e saber em que ponto ficou a confiança com os serviços públicos e com a política.
Numa pesquisa realizada pela Revista Seleçoes em 16 países, o Brasil é o 2o quando o assunto é acreditar em Deus. 95,3% dos brasileiros acreditam. O país perde apenas da Polônia, onde o indice é de 97%. O levantamento queria saber quais sao as crenças do homem moderno e os resultdos estao em materia de capa na ediçao de dezembro, chegando às bancas esta semana. Quando questionado sobre outras crenças, o brasileiro diz acreditar no poder das oraçoes (93%), no mau-olhado (51%) e também no poder das correntes enviadas por email (10%).
Mas que povinho este nosso, heim! Se "temos" está fé nas correntes via e-mail, estou curiosa pra ler a matéria e saber em que ponto ficou a confiança com os serviços públicos e com a política.
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
O que é o que é?
Fui ver Little Miss Sunshine de novo...
Com certeza um dos melhores filmes deste ano...
Fora o pai, que me causou um certo repudio, admiro alguma parte de cada um dos membros daquela família....
O irmão mais velho, Dwayne, conseguiu me conquistar com duas cenas. A primeira, no momento em que ele escreve no Bloquinho go Hug Mom e a segunda, quando o abraço da irmã é tudo que ele precisa para “superar” sua frustração. (Coincidência os dois momentos envolverem a relação irmão X irmã?).
Já o Vovô me ganhou com a apresentação que ele fez para a neta... Apesar do choque causado pelo erotismo da coreografia ele fez com que a pequena Olive fosse a criança mais natural do concurso. O passos da coreografia podiam ser “eróticos” mas a inocência latente na sua execução não foi perdida... Um belo tapa em quem acha o comportamento das demais concorrentes infantil.
O Tio Gay e suicida, fora ser extremamente carismático e mexer com o meu lado mãe de todos, protagonizou um dos diálogos mais fofos do filme...
Olive: Do you think there's a Heaven?
Frank: Well, it's hard to say, Olive. I don't think anyone knows for sure.
Olive: I know, but what do YOU think?
Frank: Well... um... uh...
Olive: I think there is.
Frank: Think I'll get in?
Olive: Yeah.
Frank: Promise?
Olive: Yeah.
Quase me fez chorar nas duas vezes em que vi o filme…
A mãe é a mãe! E como toda mãe que se preze tenta manter sua família feliz e unida, e fazendo concessões aqui e ali ela atinge seu objetivo...
A Olive... bem, a Olive é linda! Mas nada barra a cena em que ela fica sabendo que participará do Little Miss Sunshine! Simplesmente infantil. Pura. Uma das poucas crianças artistas que não me causa nojinho...
Jamais me atreveria a botar aqui uma resenha do filme... sou péssima neste estilo literário... mas Little Miss Sunshine me fez pensar muito (ainda mais depois da segunda vez, onde pude curtir o filme sem me preocupar em pescar todas as referencias que eu já tinha sido previamente brifada da existência). Como disse ali em cima, me senti extremamente cativada pelos protagonistas (mérito dos diretores, que foram capazes de criar uma intimidade entre o publico e os personagens de forma muito rápida) e, ao analisá-los friamente, você pode perceber que nenhum deles seria socialmente digno de admiração...
Então me vi pensando no que me atrai em uma pessoa... Suas forças ou suas franquezas? Suas virtudes ou seus defeitos? Horas de bom papo ou um simples e rápido encontro de olhares? O que eu posso aprender com ela ou o espaço que ele tem para que eu ensine algo? Alguém que se entregue rápido ou que precisa ser conquistado aos poucos? Alguém que me ofereça segurança ou que me desafie constantemente? Alguém com quem eu possa construir uma relação forte ou alguém em quem eu me faça forte?
Nossas relações amorosas, de amizade, familiares, profissionais... todas são baseadas em escolhas como estas.
***Continua
Com certeza um dos melhores filmes deste ano...
Fora o pai, que me causou um certo repudio, admiro alguma parte de cada um dos membros daquela família....
O irmão mais velho, Dwayne, conseguiu me conquistar com duas cenas. A primeira, no momento em que ele escreve no Bloquinho go Hug Mom e a segunda, quando o abraço da irmã é tudo que ele precisa para “superar” sua frustração. (Coincidência os dois momentos envolverem a relação irmão X irmã?).
Já o Vovô me ganhou com a apresentação que ele fez para a neta... Apesar do choque causado pelo erotismo da coreografia ele fez com que a pequena Olive fosse a criança mais natural do concurso. O passos da coreografia podiam ser “eróticos” mas a inocência latente na sua execução não foi perdida... Um belo tapa em quem acha o comportamento das demais concorrentes infantil.
O Tio Gay e suicida, fora ser extremamente carismático e mexer com o meu lado mãe de todos, protagonizou um dos diálogos mais fofos do filme...
Olive: Do you think there's a Heaven?
Frank: Well, it's hard to say, Olive. I don't think anyone knows for sure.
Olive: I know, but what do YOU think?
Frank: Well... um... uh...
Olive: I think there is.
Frank: Think I'll get in?
Olive: Yeah.
Frank: Promise?
Olive: Yeah.
Quase me fez chorar nas duas vezes em que vi o filme…
A mãe é a mãe! E como toda mãe que se preze tenta manter sua família feliz e unida, e fazendo concessões aqui e ali ela atinge seu objetivo...
A Olive... bem, a Olive é linda! Mas nada barra a cena em que ela fica sabendo que participará do Little Miss Sunshine! Simplesmente infantil. Pura. Uma das poucas crianças artistas que não me causa nojinho...
Jamais me atreveria a botar aqui uma resenha do filme... sou péssima neste estilo literário... mas Little Miss Sunshine me fez pensar muito (ainda mais depois da segunda vez, onde pude curtir o filme sem me preocupar em pescar todas as referencias que eu já tinha sido previamente brifada da existência). Como disse ali em cima, me senti extremamente cativada pelos protagonistas (mérito dos diretores, que foram capazes de criar uma intimidade entre o publico e os personagens de forma muito rápida) e, ao analisá-los friamente, você pode perceber que nenhum deles seria socialmente digno de admiração...
Então me vi pensando no que me atrai em uma pessoa... Suas forças ou suas franquezas? Suas virtudes ou seus defeitos? Horas de bom papo ou um simples e rápido encontro de olhares? O que eu posso aprender com ela ou o espaço que ele tem para que eu ensine algo? Alguém que se entregue rápido ou que precisa ser conquistado aos poucos? Alguém que me ofereça segurança ou que me desafie constantemente? Alguém com quem eu possa construir uma relação forte ou alguém em quem eu me faça forte?
Nossas relações amorosas, de amizade, familiares, profissionais... todas são baseadas em escolhas como estas.
***Continua
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Beautiful day
Mais um final de semana que começou despretensioso e termina com a maravilhosa sensação de “não podia ter sido melhor”.
Trabalho puxado... Início da correia pré final do ano. Por que não um choppinho com o pessoal depois!? Um cara liberal, uma mulher “de montanha” (futuramente explico melhor o conceito do que é ser de montanha) e uma outra curiosa. O papo que era pra ser rapidinho, de uma horinha, já que todos tinham outros planos pra sexta a noite. Durou três. Revelações inesperadas, confissões, surpresas e cerveja gelada. Amo. Experimentem entrar bêbados em um shopping... as escadas rolantes nunca foram tão divertidas!
A parada seguinte era em outro barzinho, do outro lado da cidade. Amigas de colégio, amigas que não se viam há uns três anos. Não, não era um daqueles encontros em que se reúne a turma toda... onde a sensação mais comum é o desapontamento em descobrir que seus “amigos” não são interessantes como você queria que eles fossem... Era um encontro do grupinho... daquelas 5 que passavam sempre os recreios juntas. Amigas que se separaram por... descuido, talvez? Elas não era as mais populares, mas estavam longe de ser do grupinho das excluídas. Umas com notas mais altas, outras mais baixas... mas nenhuma “burra” ou “nerd”. Formávamos um grupo bem normal. Faculdade, sexo, vida social, famílias... Algumas coisas previsíveis, outras nem tanto. O papo foi bom... mas é inevitável comparar a pessoa que você era para aquelas pessoas com a pessoa que você é hoje. Mais uma vez tive a sensação de continuar a mesma apesar de ter mudado muito. Estranho isso.
Sábado tranqüilo com almoço em família e uma bela festa de casamento... Mas aí veio o domingo... Ah, o domingo...! Quando eu achava que ficaria em casa, em frente ao meu PC... com uma parada ou outra pra ler um livro, o telefone toca... No dia de sol mais bonito desta primavera-verão um passeio de barco à Paquetá não parece, nem de longe, uma má idéia. Céu azul, sol quente, mar lindo, boa companhia, música alta... Almoço em Paquetá com direito a muito camarão e caipirinhas... Na volta ainda uma encontro estratégico no mar para umas voltas de jet-ski. Definitivamente o Rio de Janeiro é uma cidade abençoada! Que visual! Adoro me reapaixonar pelas belezas físicas desta cidade. Na volta pra casa ainda uma ida ao cinema com os amigos pra fechar o dia com chave de ouro.
Resultado disso foi ter uma noite de sono digna de um bebe e acordar hoje com a bochechas vermelinhas, cara de menina saudável e, finalmente, sem o tom de pele amarelado que me acompanhava havia meses. Abençoados sejam o dias maravilhosamente não programados!
Trabalho puxado... Início da correia pré final do ano. Por que não um choppinho com o pessoal depois!? Um cara liberal, uma mulher “de montanha” (futuramente explico melhor o conceito do que é ser de montanha) e uma outra curiosa. O papo que era pra ser rapidinho, de uma horinha, já que todos tinham outros planos pra sexta a noite. Durou três. Revelações inesperadas, confissões, surpresas e cerveja gelada. Amo. Experimentem entrar bêbados em um shopping... as escadas rolantes nunca foram tão divertidas!
A parada seguinte era em outro barzinho, do outro lado da cidade. Amigas de colégio, amigas que não se viam há uns três anos. Não, não era um daqueles encontros em que se reúne a turma toda... onde a sensação mais comum é o desapontamento em descobrir que seus “amigos” não são interessantes como você queria que eles fossem... Era um encontro do grupinho... daquelas 5 que passavam sempre os recreios juntas. Amigas que se separaram por... descuido, talvez? Elas não era as mais populares, mas estavam longe de ser do grupinho das excluídas. Umas com notas mais altas, outras mais baixas... mas nenhuma “burra” ou “nerd”. Formávamos um grupo bem normal. Faculdade, sexo, vida social, famílias... Algumas coisas previsíveis, outras nem tanto. O papo foi bom... mas é inevitável comparar a pessoa que você era para aquelas pessoas com a pessoa que você é hoje. Mais uma vez tive a sensação de continuar a mesma apesar de ter mudado muito. Estranho isso.
Sábado tranqüilo com almoço em família e uma bela festa de casamento... Mas aí veio o domingo... Ah, o domingo...! Quando eu achava que ficaria em casa, em frente ao meu PC... com uma parada ou outra pra ler um livro, o telefone toca... No dia de sol mais bonito desta primavera-verão um passeio de barco à Paquetá não parece, nem de longe, uma má idéia. Céu azul, sol quente, mar lindo, boa companhia, música alta... Almoço em Paquetá com direito a muito camarão e caipirinhas... Na volta ainda uma encontro estratégico no mar para umas voltas de jet-ski. Definitivamente o Rio de Janeiro é uma cidade abençoada! Que visual! Adoro me reapaixonar pelas belezas físicas desta cidade. Na volta pra casa ainda uma ida ao cinema com os amigos pra fechar o dia com chave de ouro.
Resultado disso foi ter uma noite de sono digna de um bebe e acordar hoje com a bochechas vermelinhas, cara de menina saudável e, finalmente, sem o tom de pele amarelado que me acompanhava havia meses. Abençoados sejam o dias maravilhosamente não programados!
domingo, 3 de dezembro de 2006
Quase... quase
Sempre disse que sou flamenguista e não anti-vascaina (ou qq outro time). Torço a favor do meu e não contra o outro. Torcer contra só se aquele resultado for necessário pro meu time conseguir algo.
No meu caso então, com todo o restante da família torcendo para o maior rival... Até torço pro Vasco se o Flamengo não estiver em campo...
Torci pro Vasco conseguir chegar as libertadores... não só pelos meus primos, tios e avô mas por ser um incentivo a mais para o Flamengo não fazer o ridículo que fez na última participação... Ia ser um rivalidade boa pro meu time.
Mas mesmo com tudo isso... Não deu pra não rir hoje.
No meu caso então, com todo o restante da família torcendo para o maior rival... Até torço pro Vasco se o Flamengo não estiver em campo...
Torci pro Vasco conseguir chegar as libertadores... não só pelos meus primos, tios e avô mas por ser um incentivo a mais para o Flamengo não fazer o ridículo que fez na última participação... Ia ser um rivalidade boa pro meu time.
Mas mesmo com tudo isso... Não deu pra não rir hoje.

Quase, Bacalhau... Quase!
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
Só para os Raros
Entrei num site que me levou para um blog que me fez chegar em outro site que tinha uma matéria sobre uma banda...
Acho que foi mais ou menos assim...
As músicas da banda são uma mistura de Baia e Rockboys com Los Hermanos...
Do tipinho chiclete... bom pra dias de chuva, semanas de prova, momentos pré fossa, entre outras coisas...
Eu Não Sei na Verdade Quem Sou
- O Teatro Mágico -
Eu não sei na verdade quem eu sou
já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro um sorriso e o meu paraíso é onde estou
Por que a gente é desse jeito?
criando conceito pra tudo que restou
Meninas... são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro
Eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro um sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou
Descobrir... da onde veio a vida
por onde entrei... deve haver uma saída
e tudo fica sustentado... pela fé
Na verdade ninguém... sabe o que é
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo
com água e farinha colo figurinha e foto em documento
Escola! É onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração
Eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou
Percebi que a cada minuto
Tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
Tem louco pulando o muro, em corpo pegando doença
Tem gente trepando no escuro, tem gente sentido ausência
Meninas... são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro.
Acho que foi mais ou menos assim...
As músicas da banda são uma mistura de Baia e Rockboys com Los Hermanos...
Do tipinho chiclete... bom pra dias de chuva, semanas de prova, momentos pré fossa, entre outras coisas...
Eu Não Sei na Verdade Quem Sou
- O Teatro Mágico -
Eu não sei na verdade quem eu sou
já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro um sorriso e o meu paraíso é onde estou
Por que a gente é desse jeito?
criando conceito pra tudo que restou
Meninas... são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro
Eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro um sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou
Descobrir... da onde veio a vida
por onde entrei... deve haver uma saída
e tudo fica sustentado... pela fé
Na verdade ninguém... sabe o que é
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo
com água e farinha colo figurinha e foto em documento
Escola! É onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração
Eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou
Percebi que a cada minuto
Tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
Tem louco pulando o muro, em corpo pegando doença
Tem gente trepando no escuro, tem gente sentido ausência
Meninas... são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro.
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