O que determina a chagada do momento em que você passa a olhar para a mão de toda pessoa que você conhece para checar se ali há uma aliança?
Um circo onde o palhaço e o mágico... o equilibrista e o domador... A bailarina e o malabarista... todos são vividos pela mesma pessoa...
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
De olhos fechados...
Hoje me pediram pra quebrar um galho pro gerentão lá do escritório. Fui lá toda solicita, com a cara mais confiável que eu fui capaz de fazer me colocar a disposição do cidadão.
Depois de uma breve conversa de apresentação ele foi direto dizendo no que eu poderia ajudá-lo. Me deu uma apresentação que está sendo desenvolvida para um cliente e falou o seguinte:
G - Preciso que nos slides sobre metodologia você enquadre os gráficos e esquemas à realidade do cliente. Mas tem um porém. Você não pode ler a apresentação
Eu – Como assim?
G – Esse é uma proposta muito sigilosa. Ela terá um impacto muito grande no mercado de ações, inclusive. Como você não está incluída no termo de confidencialidade do projeto, preciso que você adeque a nossa metodologia a apresentação sem lê-la.
Eu - ...
G – Vai lá! Confio em você!
Eu – Obrigada pelo apoio.
Bacana isso, né. Algo me diz que terei um pouco de dificuldades nessa tarefa.
Depois de uma breve conversa de apresentação ele foi direto dizendo no que eu poderia ajudá-lo. Me deu uma apresentação que está sendo desenvolvida para um cliente e falou o seguinte:
G - Preciso que nos slides sobre metodologia você enquadre os gráficos e esquemas à realidade do cliente. Mas tem um porém. Você não pode ler a apresentação
Eu – Como assim?
G – Esse é uma proposta muito sigilosa. Ela terá um impacto muito grande no mercado de ações, inclusive. Como você não está incluída no termo de confidencialidade do projeto, preciso que você adeque a nossa metodologia a apresentação sem lê-la.
Eu - ...
G – Vai lá! Confio em você!
Eu – Obrigada pelo apoio.
Bacana isso, né. Algo me diz que terei um pouco de dificuldades nessa tarefa.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Das grandes arrumações
Quanto sentimento é possível guardar em papéis?
Muito mais do que jamais imaginei.
Como todo encerramento de ciclo, hoje fiz faxina no meu quarto. Foi limpeza das grandes. Entulhos acumulados nos últimos 4 anos passaram pelo crivo de “lixo X mais dois anos de gaveta”.
E quanta coisa encontrei folheando as agendas dos anos anteriores, as palavras escritas nos rodapés dos cadernos, as conversar de MSN impressas...
Como é possível?
Deve ser por isso que fico tanto tempo sem fazer grandes arrumações no meu quarto, o turbilhão de emoções que encontrei ali...
Vi uma menina ansiosa e afobada que muitas vezes meteu o pé pelas mãos, vi uma profissional que mesmo engatinhando já pode se orgulhar de algumas conquistas, me deparei com um amadurecimento que já podia até ser esperado, mas que quando constatado diante do espelho chega a doer.
O quanto se pode trabalhar sem embrutecer? O quanto se pode amar sem sofrer? Por quanto tempo se pode andar sem se perder? O quanto é possível crescer sem perder de vista quem se pretende ser?
Espero que MUITO.
Na próxima faxina quero ter a certeza que não economizei no terninho, nos lenços ou na sola dos sapatos.
Quero, de novo, a sensação de que vivi!
Muito mais do que jamais imaginei.
Como todo encerramento de ciclo, hoje fiz faxina no meu quarto. Foi limpeza das grandes. Entulhos acumulados nos últimos 4 anos passaram pelo crivo de “lixo X mais dois anos de gaveta”.
E quanta coisa encontrei folheando as agendas dos anos anteriores, as palavras escritas nos rodapés dos cadernos, as conversar de MSN impressas...
Como é possível?
Deve ser por isso que fico tanto tempo sem fazer grandes arrumações no meu quarto, o turbilhão de emoções que encontrei ali...
Vi uma menina ansiosa e afobada que muitas vezes meteu o pé pelas mãos, vi uma profissional que mesmo engatinhando já pode se orgulhar de algumas conquistas, me deparei com um amadurecimento que já podia até ser esperado, mas que quando constatado diante do espelho chega a doer.
O quanto se pode trabalhar sem embrutecer? O quanto se pode amar sem sofrer? Por quanto tempo se pode andar sem se perder? O quanto é possível crescer sem perder de vista quem se pretende ser?
Espero que MUITO.
Na próxima faxina quero ter a certeza que não economizei no terninho, nos lenços ou na sola dos sapatos.
Quero, de novo, a sensação de que vivi!
Carta a "X"
Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 2008. 22:15h.
Me responde só uma coisa: você também tem a nítida sensação de que perdemos o timing e que deixamos de viver algo que poderia ter sido ótimo?
Não. Não quero, de forma alguma, reviver essa história, não me entenda mal, seguimos nossos caminhos e, ao que tudo indica, foram ótimas escolhas. Mas por que será que perdemos a deixa?
Vai entender o caminho que as coisas tomam.
Estranhando eu estar ressurgindo com tudo isso hoje? Permita-me uma breve (e desnecessária) explicação. Hoje eu fui arrumar meu quarto, faxina das grandes, pra liberar espaço dentre as infindáveis pilhas de papéis acumuladas nos últimos 4 anos. Encontrei a carta que fiz que te dar no natal de 2005, carta essa que nunca te foi entregue. Uma longa (longa!) colagem com trechos das nossas conversas por MSN. Me diz, como não se apaixonar? Como era gostoso! A descoberta das semelhanças e coincidências, a antecipação das palavras um do outro, a atenção e carinho despendidos por ambas as partes. É inegável o afeto que tínhamos um pelo outro.
Foi uma pena a coisa ter acontecido da forma que foi. Demoramos tempo de mais. Quer prova maior do que o fato de termos precisado estar bêbados pra deixar rolar naquele domingo (grande Ivo!)? E nem me darei ao trabalho de comentar tudo o que aconteceu depois disso.
No meu balanço de conclusão de faculdade, “nossa história”, e me permita aposentar as aspas daqui pra frente, entra como uma das mais ternas, e ao mesmo tempo uma das que mais deixou a dever. Um valor que, provavelmente, jamais voltaremos a cobrar um do outro. Que assim seja!
Espero que na minha próxima faxina eu não me depare com possíveis amores não vividos, é uma sensação predominantemente triste. Mas que ao mesmo tempo, encontre personagens tão ricos quanto os que fomos.
Não sei que reação esperar de você depois de ler tudo isso. Pra ser honesta acho que não espero reação nenhuma. Só queria que você soubesse que acabei de redescobrir o afeto que um dia senti por você e que agora tenho certeza do por que escolhi guardá-lo ao invés de qualquer possível desavença.
Um ano especial pra você, menino.
Me promete que vai tentar ser (ainda mais) feliz?
Você merece, e precisa, disso.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Um outro primeiro dia
Eu não só tenho que trabalhar amanha como eu tenho que trabalhar 8 horas...
Eu que nunca tenho problemas pra dormir estou aqui, enrolando na cama... será que eu estou ansiosa por amanhã?
Eu que nunca tenho problemas pra dormir estou aqui, enrolando na cama... será que eu estou ansiosa por amanhã?
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Fecham-se as cortinas
Quanto ao ano que passou?
.
2007 já nasceu um ano especial. Mesmo que ele fosse ruim em todos os sentidos, o que definitivamente não foi, seria, no mínimo (e que mínimo!) o ano em que eu terminaria a faculdade.
.
Mas já que é pra falar do ano que passou deixa eu ir direito, e não de traz pra frente.
.
Me pergunto como eu cheguei aqui! Susto, orgulho, medo!
Deve ter começado no Reveillon do ano passado. Eu sabia que passar os primeiros momentos do novo ano no posto médico não poderia ser uma coisa que trouxesse fluidos normais.
As noites deste ano foram, sem dúvidas, diferentes. Frio em noites de calor, calor em noites de frio. Arrepios e calafrios. Expectativa, ansiedade, amor e desamor.
.
É sempre assim... chega nos últimos dia do ano eu sinto a necessidade de escrever a fatídica retrospectiva... Por que nosso ano todo se espalha na sala de edição da memória? Fatos ganham, na lembrança, dimensões diferentes das reais. Mas, o que foi real? Cenas de uma noite mágica, por exemplo, piscam pra sempre, em close, no cinema 3D da minha mente. O que ontem soou poético hoje se torna patético.
.
E escuta-se em coro: C’est la vie.
.
Não é só da nossa vida que nosso ano é composto. A vida dos que nos cercam também! Pagamos conseqüências positivas e negativas pelas escolhas e atitudes dos que nos cercam. Por que uma respondeu aquela mensagem? Por que a outra aceitou o pedido de desculpas? Por que uma terceira não conseguiu dizer não? Por que ele sentou justamente no banco em que eu estava? Por que ele teve que ser tão serio ao telefone?
.
E mais, por que eu fui escolhida a testemunha de tudo isso? E, quando eu conseguir montar tudo no filme da minha memória... significará que chegou ao fim? Significará que estou sozinha?
.
Com certeza, não! Essa é mais uma certeza deste ano!
.
Será que algum dia na minha vida eu vou chegar em um mês de dezembro sem a sensação de que o ano foi curto demais pra tudo que eu vivi?!
.
Se nos dois anos anteriores as maiores mudanças vieram de dentro pra fora esse ano foi diferente.
.
Depois de 8 anos voltei ao mundo mágico da fantasia... Nunca duvide do potencial de ser criança meu e do meu irmão! E o que dizer da primeira viagem internacional com amigos e bancada com o próprio dinheirinho. A terra dos hermanos se revelou um lugar fantástico!
.
E a decisão difícil de pedir demissão de um lugar que, apesar de você adorar e se saber bem quista, acredita que não se encaixa mais? Chorei mais do que se tivesse sido demitida.
.
As pensadas férias para dedicação integral ao fim da faculdade duraram menos de duas semanas. Trabalho novo à vista! Medo de fazer parte de uma empresa tão formal, composta por pessoas sérias... Alguém falou pessoas sérias? Não poderia ter sido melhor recebida! Colegas de trabalho que se tornaram amigos queridos.
.
Junto com o chopp, talvez o grande protagonista do ano, chegou o poker! À baixo a mais preconceito.
.
Mais do que nunca aprendi que se paga pela língua. Quem diria que justo eu ia mergulhar em uma furada anunciada. E pior, não se satisfazer com o mergulho e continuar nadando... mas deve fazer parte de ter 21 anos. Não é sempre esta a desculpa?
.
Em algum lugar neste meio tempo tiveram os jogos pan-americanos, o flamengo na libertadores, o flamengo na zona de rebaixamento e o flamengo de novo na libertadores. Teve amiga na Itália e amigas na França. Prima no Brasil, prima longe e prima no Brasil de novo. Teve lapa, teve riso e teve raiva. Teve perdão, paixão e cachoeira. Teve bolo, teve trânsito e cambalhota. Teve, em quantidades nada módicas, alegria.
.
E, de volta o início que na verdade é o fim... Veio o fim da PUC. Acho que é a maior mistura de sentimentos que eu já tive até hoje! No final acho que vence o orgulho de ter feito deste quatro anos os mais importantes da minha vida até hoje...
.
Como bom ano ímpar 2007 não decepcionou!
.
A quem chegou até aqui desejo um 2008 acima de todas as expectativas...
.
2007 já nasceu um ano especial. Mesmo que ele fosse ruim em todos os sentidos, o que definitivamente não foi, seria, no mínimo (e que mínimo!) o ano em que eu terminaria a faculdade.
.
Mas já que é pra falar do ano que passou deixa eu ir direito, e não de traz pra frente.
.
Me pergunto como eu cheguei aqui! Susto, orgulho, medo!
Deve ter começado no Reveillon do ano passado. Eu sabia que passar os primeiros momentos do novo ano no posto médico não poderia ser uma coisa que trouxesse fluidos normais.
As noites deste ano foram, sem dúvidas, diferentes. Frio em noites de calor, calor em noites de frio. Arrepios e calafrios. Expectativa, ansiedade, amor e desamor.
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É sempre assim... chega nos últimos dia do ano eu sinto a necessidade de escrever a fatídica retrospectiva... Por que nosso ano todo se espalha na sala de edição da memória? Fatos ganham, na lembrança, dimensões diferentes das reais. Mas, o que foi real? Cenas de uma noite mágica, por exemplo, piscam pra sempre, em close, no cinema 3D da minha mente. O que ontem soou poético hoje se torna patético.
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E escuta-se em coro: C’est la vie.
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Não é só da nossa vida que nosso ano é composto. A vida dos que nos cercam também! Pagamos conseqüências positivas e negativas pelas escolhas e atitudes dos que nos cercam. Por que uma respondeu aquela mensagem? Por que a outra aceitou o pedido de desculpas? Por que uma terceira não conseguiu dizer não? Por que ele sentou justamente no banco em que eu estava? Por que ele teve que ser tão serio ao telefone?
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E mais, por que eu fui escolhida a testemunha de tudo isso? E, quando eu conseguir montar tudo no filme da minha memória... significará que chegou ao fim? Significará que estou sozinha?
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Com certeza, não! Essa é mais uma certeza deste ano!
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Será que algum dia na minha vida eu vou chegar em um mês de dezembro sem a sensação de que o ano foi curto demais pra tudo que eu vivi?!
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Se nos dois anos anteriores as maiores mudanças vieram de dentro pra fora esse ano foi diferente.
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Depois de 8 anos voltei ao mundo mágico da fantasia... Nunca duvide do potencial de ser criança meu e do meu irmão! E o que dizer da primeira viagem internacional com amigos e bancada com o próprio dinheirinho. A terra dos hermanos se revelou um lugar fantástico!
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E a decisão difícil de pedir demissão de um lugar que, apesar de você adorar e se saber bem quista, acredita que não se encaixa mais? Chorei mais do que se tivesse sido demitida.
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As pensadas férias para dedicação integral ao fim da faculdade duraram menos de duas semanas. Trabalho novo à vista! Medo de fazer parte de uma empresa tão formal, composta por pessoas sérias... Alguém falou pessoas sérias? Não poderia ter sido melhor recebida! Colegas de trabalho que se tornaram amigos queridos.
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Junto com o chopp, talvez o grande protagonista do ano, chegou o poker! À baixo a mais preconceito.
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Mais do que nunca aprendi que se paga pela língua. Quem diria que justo eu ia mergulhar em uma furada anunciada. E pior, não se satisfazer com o mergulho e continuar nadando... mas deve fazer parte de ter 21 anos. Não é sempre esta a desculpa?
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Em algum lugar neste meio tempo tiveram os jogos pan-americanos, o flamengo na libertadores, o flamengo na zona de rebaixamento e o flamengo de novo na libertadores. Teve amiga na Itália e amigas na França. Prima no Brasil, prima longe e prima no Brasil de novo. Teve lapa, teve riso e teve raiva. Teve perdão, paixão e cachoeira. Teve bolo, teve trânsito e cambalhota. Teve, em quantidades nada módicas, alegria.
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E, de volta o início que na verdade é o fim... Veio o fim da PUC. Acho que é a maior mistura de sentimentos que eu já tive até hoje! No final acho que vence o orgulho de ter feito deste quatro anos os mais importantes da minha vida até hoje...
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Como bom ano ímpar 2007 não decepcionou!
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A quem chegou até aqui desejo um 2008 acima de todas as expectativas...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Folhetim
Como pode um homem entender tão bem um sentimento feminino em sua música?
Se acaso me quiseres
Sou dessas mulheres
Que só dizem sim
Por uma coisa à toa
Uma noitada boa
Um cinema, um botequim
E, se tiveres renda
Aceito uma prenda
Qualquer coisa assim
Como uma pedra falsa
Um sonho de valsa
Ou um corte de cetim
E eu te farei as vontades
Direi meias verdades
Sempre à meia luz
E te farei, vaidoso, supor
Que é o maior e que me possuis
Mas na manhã seguinte
Não conta até vinte
Te afasta de mim
Pois já não vales nada
És página virada
Descartada do meu folhetim
Folhetim, Chico Buarque
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Então é natal (de novo!)
Mais um natal que chega com a sensação de queo ano correu rápido demais!
.
Depois de muito tempo pensando no que escrever cheguei a conclusão que não tem nada especial para ser escrito.
.
Somente desejo que você tenha uma noite especial ao lado da sua família e das pessoas que você gosta, que tenha boa comida e, se não for pedir de mais, bons presentes também.
.
Pra não dizerem que não entrei no clima natalino deixo dois videos aqui.
O primeiro é uma das cenas mais tristes que eu vi recentemente no cinema.
.
Se eu sofro aos 21, imaginem esse pobre menino.. snif snif
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E o segundo uma bela montagem de filmes natalinos...
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sábado, 15 de dezembro de 2007
Sem dúvidas
"Viver e amar é viver e amar. Nesta tarefa, não pode haver tempo para checagens. Não há espaço para a filosofia."
E a cada dia que passa tenho mais certeza disso. No amor não cabem as dúvidas da razão, da racionalidade. O amor confia e no outro acredita.
Será que devo mesmo me entregar?
No que você parou pra perguntar isso o timming passou...
E a cada dia que passa tenho mais certeza disso. No amor não cabem as dúvidas da razão, da racionalidade. O amor confia e no outro acredita.
Será que devo mesmo me entregar?
No que você parou pra perguntar isso o timming passou...
Dúvidas
Vira e mexe me pergunto o que é mais forte: minha vontade de amar ou minha vontade de ser livre sempre.
O ideal era poder ter os dois, mas sei que não é assim que funciona, nunca foi assim.
Não tem como negar que sou uma ávida por distribuir afeto, o dôo muito melhor do que recebo, mas quanto mais raízes se cria, menos livre se é.
E assim, volto ao meu eterno dilema....
Um dia a coleira vai pesar, mas acho que agora tenho certeza de que esse dia ainda não é hoje.
Que venha o mundo! Eu e o mundo! Eu, o mundo e meus amores!
O ideal era poder ter os dois, mas sei que não é assim que funciona, nunca foi assim.
Não tem como negar que sou uma ávida por distribuir afeto, o dôo muito melhor do que recebo, mas quanto mais raízes se cria, menos livre se é.
E assim, volto ao meu eterno dilema....
Um dia a coleira vai pesar, mas acho que agora tenho certeza de que esse dia ainda não é hoje.
Que venha o mundo! Eu e o mundo! Eu, o mundo e meus amores!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
domingo, 2 de dezembro de 2007
Wanna be Marilia Gabriela
Sabe como é... amigos recém formados em jornalismo tem sede de entrevistas... Acabei servindo de cobaia para um deles... A "entrevista" a seguir foi feita por MSN, e teve início às 3:30 da manhã... Juro que me esmerei muito na edição ;-)
.
.
Qual o emprego dos seus sonhos?
Pra ir ainda mais longe eu respondo qual seria minha carreira dos sonhos. Eu começaria como roteirista de TV evoluiria para adaptação de espetáculos gringos e terminaria escrevendo e produzindo meus próprios musicais. Um Tommy não cairia nada mal também...
Que instrumento você gostaria de saber tocar?
Essa é fácil...
O mais charmoso deles, a gaita!
Qual a viagem dos seus sonhos?
Qualquer viagem pra mim é um sonho... Mas tem duas em particular que eu estou loca pra fazer: países nórdicos e Irlanda.
Qual o momento mais divertido que você já viveu numa festa?
Difícil... Já me diverti muito e em muitas festas...
Mas serve uma festa em São Paulo, em 2005, até o balcão do bar daquela boite tem história pra contar.
Qual a coisa que você queria muito quando era criança e nunca teve?
Fácil... culpo minha mãe até hoje por não ter me dado o castelo de Polly Pocket
O que há muitos anos você quer fazer e ainda não fez?
Pular de Bungee Jump
Que época ou momento histórico você gostaria de visitar?
Os bailes da corte européia no século XVII/XVIII. Aquele salão lotado com todas as pessoas dançando de forma coreografada, com aquelas roupas lindas e a orquestra tocando ao Vivo.
Em que ordem de importância você classifica o amor, a espiritualidade, a liberdade e a felicidade?
Complicado... Até por que acredito que a felicidade seria resultado de você saber ordenar essas coisas de forma certa... Deixando esse detalhe de lado, acho que a minha ordem seria: Liberdade, felicidade, amor e espiritualidade.
Se você fosse fazer uma tatuagem, como ela seria e em que parte do corpo?
Reposta rápida e precisa! Tatuaria emoção no pé esquerdo e razão no pé direito, ambos escritos em árabe. Representando que só é possível o equilíbrio com os dois pés no chão.
O que você preferiria: ser o pior jogador de um time campeão ou o melhor jogador de um time fracassado?
Difícil... Mesmo a equipe sendo ruim é bom saber que você é um destaque, mas em se tratando de ume esporte coletivo você não pode querer as glórias pra você. Aí, complicado... mas acho que preferia ser o pior jogador de um time campeão. Não por ser mais cômodo e sim pela possibilidade de aprender com os melhores.
Você cortaria toda a junk food da sua dieta se isso lhe garantisse mais 5 anos de vida?
Se isso incluir batata frita, jamais!
Se você pudesse superar um dos seus medos, qual seria?
O medo de sonhar mais alto do que eu realmente posso alcançar. Ou seja, insegurança quanto a decepção.
Na última vez que você chorou, qual foi o motivo?
Confesso que eu choro muito pouco... Não estou lembrando claramente o que foi... Mas a última que eu consigo lembrar foi em um episódio de House, quando ele abre mão da ex-namorada depois de mais uma amarga sessão de auto-crítica.
O que você acha que vai acontecer com você depois da morte?
Vou me decompor, ué.
Você já passou por alguma coisa ruim que acabou se revelando o melhor que poderia ter acontecido?
Definitivamente sim! Ter perdido a eleição para presidência da Empresa Júnior no final de 2005 foi um golpe duro, mas que se mostrou a melhor coisa que poderia ter me acontecido.
Se você ganhasse ingressos na primeira fila para qualquer show, quem você iria querer ver?
Posso trocar o show de música pela primeira fila da gravação de um programa do Silvio Santos? Se não puder acho que escolheria um show do Michael Jackson, nos tempos áureos, é claro... quem sabe ele não me chamava pra riscar uns passinhos com ele?
Qual a conquista da qual você mais se orgulha?
A mais recente delas... a conclusão da faculdade...
Se você tivesse a chance de fazer algo perigoso uma só vez sem correr nenhum risco, o que seria?
Nadaria na lava de um vulcão. A textura da lava sempre me encantou, deve ser muito gostoso!
Cada pessoa só tem uma alma gêmea?
Só uma? Acho que não existe nenhuma. Acredito em almas complementares, não gêmeas.
O que você mudaria na sua personalidade?
O fato de eu ser muito fechada e nem sempre permitir a aproximação das pessoas.
Que vício você se permitiria desfrutar, se pudesse evitar todos os seus efeitos negativos?
LSD! Todo mundo que eu conheço que usou diz que não há viagem mais fantástica!
Qual a sua citação ou frase famosa preferida?
“Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. Tudo muda o tempo todo no mundo”
Pra ir ainda mais longe eu respondo qual seria minha carreira dos sonhos. Eu começaria como roteirista de TV evoluiria para adaptação de espetáculos gringos e terminaria escrevendo e produzindo meus próprios musicais. Um Tommy não cairia nada mal também...
Que instrumento você gostaria de saber tocar?
Essa é fácil...
O mais charmoso deles, a gaita!
Qual a viagem dos seus sonhos?
Qualquer viagem pra mim é um sonho... Mas tem duas em particular que eu estou loca pra fazer: países nórdicos e Irlanda.
Qual o momento mais divertido que você já viveu numa festa?
Difícil... Já me diverti muito e em muitas festas...
Mas serve uma festa em São Paulo, em 2005, até o balcão do bar daquela boite tem história pra contar.
Qual a coisa que você queria muito quando era criança e nunca teve?
Fácil... culpo minha mãe até hoje por não ter me dado o castelo de Polly Pocket
O que há muitos anos você quer fazer e ainda não fez?
Pular de Bungee Jump
Que época ou momento histórico você gostaria de visitar?
Os bailes da corte européia no século XVII/XVIII. Aquele salão lotado com todas as pessoas dançando de forma coreografada, com aquelas roupas lindas e a orquestra tocando ao Vivo.
Em que ordem de importância você classifica o amor, a espiritualidade, a liberdade e a felicidade?
Complicado... Até por que acredito que a felicidade seria resultado de você saber ordenar essas coisas de forma certa... Deixando esse detalhe de lado, acho que a minha ordem seria: Liberdade, felicidade, amor e espiritualidade.
Se você fosse fazer uma tatuagem, como ela seria e em que parte do corpo?
Reposta rápida e precisa! Tatuaria emoção no pé esquerdo e razão no pé direito, ambos escritos em árabe. Representando que só é possível o equilíbrio com os dois pés no chão.
O que você preferiria: ser o pior jogador de um time campeão ou o melhor jogador de um time fracassado?
Difícil... Mesmo a equipe sendo ruim é bom saber que você é um destaque, mas em se tratando de ume esporte coletivo você não pode querer as glórias pra você. Aí, complicado... mas acho que preferia ser o pior jogador de um time campeão. Não por ser mais cômodo e sim pela possibilidade de aprender com os melhores.
Você cortaria toda a junk food da sua dieta se isso lhe garantisse mais 5 anos de vida?
Se isso incluir batata frita, jamais!
Se você pudesse superar um dos seus medos, qual seria?
O medo de sonhar mais alto do que eu realmente posso alcançar. Ou seja, insegurança quanto a decepção.
Na última vez que você chorou, qual foi o motivo?
Confesso que eu choro muito pouco... Não estou lembrando claramente o que foi... Mas a última que eu consigo lembrar foi em um episódio de House, quando ele abre mão da ex-namorada depois de mais uma amarga sessão de auto-crítica.
O que você acha que vai acontecer com você depois da morte?
Vou me decompor, ué.
Você já passou por alguma coisa ruim que acabou se revelando o melhor que poderia ter acontecido?
Definitivamente sim! Ter perdido a eleição para presidência da Empresa Júnior no final de 2005 foi um golpe duro, mas que se mostrou a melhor coisa que poderia ter me acontecido.
Se você ganhasse ingressos na primeira fila para qualquer show, quem você iria querer ver?
Posso trocar o show de música pela primeira fila da gravação de um programa do Silvio Santos? Se não puder acho que escolheria um show do Michael Jackson, nos tempos áureos, é claro... quem sabe ele não me chamava pra riscar uns passinhos com ele?
Qual a conquista da qual você mais se orgulha?
A mais recente delas... a conclusão da faculdade...
Se você tivesse a chance de fazer algo perigoso uma só vez sem correr nenhum risco, o que seria?
Nadaria na lava de um vulcão. A textura da lava sempre me encantou, deve ser muito gostoso!
Cada pessoa só tem uma alma gêmea?
Só uma? Acho que não existe nenhuma. Acredito em almas complementares, não gêmeas.
O que você mudaria na sua personalidade?
O fato de eu ser muito fechada e nem sempre permitir a aproximação das pessoas.
Que vício você se permitiria desfrutar, se pudesse evitar todos os seus efeitos negativos?
LSD! Todo mundo que eu conheço que usou diz que não há viagem mais fantástica!
Qual a sua citação ou frase famosa preferida?
“Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. Tudo muda o tempo todo no mundo”
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Agradecimentos...
Quatro anos se passaram desde que me ingressei nesta universidade.
Os sonhos de então diferem tanto dos de hoje que me pergunto se ainda sou a mesma pessoa. Como se pode mudar tanto sendo, ao mesmo tempo, a mesma pessoa?
Foram livros, professores, amigos, viagens, problemas e, soluções, caminhos... foram os anos do início do flerte com a vida adulta.
Não posso deixar de olhar pra trás e agradecer às pessoas que estiveram comigo durante esses anos. Pessoas às quais dedico um pouco de cada uma dessas linhas
E.M., C.M., LV. e B.G. – Mais do que chefes, incentivadores. Por terem me impulsionado profissionalmente, me ensinando que eu poderia ser mais do que “apenas” uma estudante de comunicação, por terem me dado lições em forma de projetos e desafios.
M.E., R.B., C.B. e L.M – Os maiores tesouros que conquistei até hoje. Obrigada por estarem sempre ao meu lado, por me darem a chance de participar da vida de vocês e por fazerem a minha muito mais feliz e completa.
E, por fim, aos meus pais, José Luiz e Joseane, e ao meu irmão José Luís, dedico muito mais do que este simples trabalho acadêmico, a eles dedico minha vida.
Os sonhos de então diferem tanto dos de hoje que me pergunto se ainda sou a mesma pessoa. Como se pode mudar tanto sendo, ao mesmo tempo, a mesma pessoa?
Foram livros, professores, amigos, viagens, problemas e, soluções, caminhos... foram os anos do início do flerte com a vida adulta.
Não posso deixar de olhar pra trás e agradecer às pessoas que estiveram comigo durante esses anos. Pessoas às quais dedico um pouco de cada uma dessas linhas
E.M., C.M., LV. e B.G. – Mais do que chefes, incentivadores. Por terem me impulsionado profissionalmente, me ensinando que eu poderia ser mais do que “apenas” uma estudante de comunicação, por terem me dado lições em forma de projetos e desafios.
M.E., R.B., C.B. e L.M – Os maiores tesouros que conquistei até hoje. Obrigada por estarem sempre ao meu lado, por me darem a chance de participar da vida de vocês e por fazerem a minha muito mais feliz e completa.
E, por fim, aos meus pais, José Luiz e Joseane, e ao meu irmão José Luís, dedico muito mais do que este simples trabalho acadêmico, a eles dedico minha vida.
domingo, 25 de novembro de 2007
O blá blá blá da arte
Depois de estudar sociologia da arte, antropologia da arte, as representações psicológicas da arte... Acho que o que eu aprendi foi mais ou menos isso aí:
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