Desisti de achar ou pelo menos de tentar caber na intercessão. Resta saber em qual lado eu vou parar...
Um circo onde o palhaço e o mágico... o equilibrista e o domador... A bailarina e o malabarista... todos são vividos pela mesma pessoa...
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Lado A ou lado B
Desisti de achar ou pelo menos de tentar caber na intercessão. Resta saber em qual lado eu vou parar...
sábado, 20 de junho de 2009
Tudo ao seu tempo
Ela se sentia bem com a situação atual da sua vida. Continuava cercada de bons amigos, trabalhava em uma empresa bacana, as coisas em casa iam bem...
A cada dia que passava ela ia se reconhecendo um pouco mais adulta, um pouco mais realizada.
Os dias de querer colo de pai e mãe ainda não estavam totalmente para trás, mas isso, sinceramente, ela esperava que nunca acontecesse. Às vezes se achava menina demais para os desafios que estava encarando, mas gostava de ver que estava aguentando o tranco com estilo.
Mas um ponto em especial a estava deixando feliz. Não aquele tipo de felicidade de andar pela rua com um sorriso estampado no rosto contando para todo mundo o motivo, ou o tipo de felicidade que se tem ao ouvir sua música preferida no rádio. Era uma felicidade maior. Ela estava feliz por estar reconhecendo seus limites e estar aprendendo a respeitá-los.
Ela ganhou uma linha de crédito especial do cartão de crédito. O limite (ou a falta dele) dos sonhos de muita gente; e nem por isso aumentou em R$1,00 sequer sua média mensal de gastos. Aprendeu a, mesmo que com alguma dificuldade, dizer alguns nãos, pois só assim estaria disponível para dizer os sins certos. Desvencilhou-se de coisas e pessoas que não agregavam e assim conseguiu mais tempo pra dedicar às coisas realmente importantes.
Ela se sentia a própria mulher moderna, culta, bem informada, apreciadora do pagão e do erudito... livre pra ser dona do seu nariz.
Apesar de ter conhecido poucas camas, sexo não era um bicho de sete cabeças. Ela até que lidava bem com o assunto. Passava longe do estilo que “dá pra qualquer um”, mas também nunca exigiu juras de amor como senha de entrada.
Foi quando, um dia, ela se viu em uma situação em que decidir não foi nada simples.
O cara era bacana, o clima fervia, o tesão estava nas alturas!
Ele tentava.
Ela queria.
Ela não deu.
Por que? Porque, mesmo não romantizando o sexo, ela, às vezes, romantiza pessoas. O cara podia ser apenas um cara, mas naquela noite ela sentiu que no dia seguinte ela iria se arrepender se o telefone não tocasse. Ela esperava dele algo que ele não se mostrava disposto a dar. E foi assim que ela foi pra casa... vendo a paisagem pela janela do carro ela estava frustrada por não ter dado vazão às suas vontades, mas feliz por ter respeitado a menina que ainda coexiste dentro dela.
Nessa caminhada uma coisa ela aprendeu. Não existe fidelidade maior do que aquela que ela deve manter com ela mesma.
A cada dia que passava ela ia se reconhecendo um pouco mais adulta, um pouco mais realizada.
Os dias de querer colo de pai e mãe ainda não estavam totalmente para trás, mas isso, sinceramente, ela esperava que nunca acontecesse. Às vezes se achava menina demais para os desafios que estava encarando, mas gostava de ver que estava aguentando o tranco com estilo.
Mas um ponto em especial a estava deixando feliz. Não aquele tipo de felicidade de andar pela rua com um sorriso estampado no rosto contando para todo mundo o motivo, ou o tipo de felicidade que se tem ao ouvir sua música preferida no rádio. Era uma felicidade maior. Ela estava feliz por estar reconhecendo seus limites e estar aprendendo a respeitá-los.
Ela ganhou uma linha de crédito especial do cartão de crédito. O limite (ou a falta dele) dos sonhos de muita gente; e nem por isso aumentou em R$1,00 sequer sua média mensal de gastos. Aprendeu a, mesmo que com alguma dificuldade, dizer alguns nãos, pois só assim estaria disponível para dizer os sins certos. Desvencilhou-se de coisas e pessoas que não agregavam e assim conseguiu mais tempo pra dedicar às coisas realmente importantes.
Ela se sentia a própria mulher moderna, culta, bem informada, apreciadora do pagão e do erudito... livre pra ser dona do seu nariz.
Apesar de ter conhecido poucas camas, sexo não era um bicho de sete cabeças. Ela até que lidava bem com o assunto. Passava longe do estilo que “dá pra qualquer um”, mas também nunca exigiu juras de amor como senha de entrada.
Foi quando, um dia, ela se viu em uma situação em que decidir não foi nada simples.
O cara era bacana, o clima fervia, o tesão estava nas alturas!
Ele tentava.
Ela queria.
Ela não deu.
Por que? Porque, mesmo não romantizando o sexo, ela, às vezes, romantiza pessoas. O cara podia ser apenas um cara, mas naquela noite ela sentiu que no dia seguinte ela iria se arrepender se o telefone não tocasse. Ela esperava dele algo que ele não se mostrava disposto a dar. E foi assim que ela foi pra casa... vendo a paisagem pela janela do carro ela estava frustrada por não ter dado vazão às suas vontades, mas feliz por ter respeitado a menina que ainda coexiste dentro dela.
Nessa caminhada uma coisa ela aprendeu. Não existe fidelidade maior do que aquela que ela deve manter com ela mesma.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Escolhas difíceis
E conforme a formatura vai se aproximando decisões difíceis vão sendo tomadas.
A, talvez, mais difícil delas eu já decidi: o vestido. Aquela roupa que você vai, pra sempre, ver e rever nas fotos, vídeo, e pensamento. Não pode ser apenas mais um vestido. Tem que ser lindo. Tem que te deixar linda. Não pode ter ninguém com um modelo parecido. São muitas variáveis que influem! Mas eu, com 3 meses de antecedência comprei o meu! Agora é fechar a boca e não engordar mais nenhuma grama até lá!!
Agora, outras decisões difíceis vêm me perturbando. Tenho 10 dias pra decidir qual música eu quero que toque enquanto recebo meu canudo e quais fotos eu quero que sejam projetadas.
A foto de criança até que foi fácil de decidir... Mas em relação a foto atual... não tenho a mais vaga idéia de qual mandar! Nessas horas eu fico pensando que eu podia ser uma pessoa só um pouquinho mais séria. Sabe o que é não ter nenhuma foto direita? Em todas estou fazendo careta, estou com a língua de fora, com o cabelo desgrenhado ou então, só provando que não sou fotogênica, mesmo.
Já a dificuldade em relação a música é outra. A música pode representar muitas coisas. Pode ser “minha música preferida”, pode ser uma música que tenha marcado esses últimos 4 anos, pode ter um trecho da letra representativo, pode ser uma música para homenagear meus pais... Já pensei em tantas opções e acho que no final vou ficar mesmo com a minha primeira opção...
A, talvez, mais difícil delas eu já decidi: o vestido. Aquela roupa que você vai, pra sempre, ver e rever nas fotos, vídeo, e pensamento. Não pode ser apenas mais um vestido. Tem que ser lindo. Tem que te deixar linda. Não pode ter ninguém com um modelo parecido. São muitas variáveis que influem! Mas eu, com 3 meses de antecedência comprei o meu! Agora é fechar a boca e não engordar mais nenhuma grama até lá!!
Agora, outras decisões difíceis vêm me perturbando. Tenho 10 dias pra decidir qual música eu quero que toque enquanto recebo meu canudo e quais fotos eu quero que sejam projetadas.
A foto de criança até que foi fácil de decidir... Mas em relação a foto atual... não tenho a mais vaga idéia de qual mandar! Nessas horas eu fico pensando que eu podia ser uma pessoa só um pouquinho mais séria. Sabe o que é não ter nenhuma foto direita? Em todas estou fazendo careta, estou com a língua de fora, com o cabelo desgrenhado ou então, só provando que não sou fotogênica, mesmo.
Já a dificuldade em relação a música é outra. A música pode representar muitas coisas. Pode ser “minha música preferida”, pode ser uma música que tenha marcado esses últimos 4 anos, pode ter um trecho da letra representativo, pode ser uma música para homenagear meus pais... Já pensei em tantas opções e acho que no final vou ficar mesmo com a minha primeira opção...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Fecha os olhos e pula!
Dizem que isso acontece com a maioria das pessoas e agora, mais uma vez, está acontecendo comigo.
.
Tem uma coisa que eu quero muito e, agora que está pra acontecer, eu tenho dúvidas se vale a pena mesmo deixar sair do “reino da fantasia”...
.
É que é tão bom quando fico imaginando que não quero correr o risco do real ser pior... Mas a bem da verdade é que só a possibilidade de ser tão bom quanto imagino já faz valer a pena arriscar.
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Tem uma coisa que eu quero muito e, agora que está pra acontecer, eu tenho dúvidas se vale a pena mesmo deixar sair do “reino da fantasia”...
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É que é tão bom quando fico imaginando que não quero correr o risco do real ser pior... Mas a bem da verdade é que só a possibilidade de ser tão bom quanto imagino já faz valer a pena arriscar.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Indecisão
A? Não… B!
Quero o B! Ah, mas o a A é tão bom!
Isso, então eu quero o A.
Mas eu me divirto tanto com o B...
A?
B?
Quero o A! Não, quero o B!
.
E, como já diziam... quem não decide entre A e B acaba não vendo o C passar.
Quero o B! Ah, mas o a A é tão bom!
Isso, então eu quero o A.
Mas eu me divirto tanto com o B...
A?
B?
Quero o A! Não, quero o B!
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E, como já diziam... quem não decide entre A e B acaba não vendo o C passar.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Planejamento
Olhem como eu sou uma pessoa planejada.
Hoje, avisei a uma amiga, com 5 meses de antecedência, que em Janeiro ficarei triste com ela.
Hoje, avisei a uma amiga, com 5 meses de antecedência, que em Janeiro ficarei triste com ela.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
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