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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Eu estava reclamando com ele sobre o meu bloqueio criativo.
Não consigo escrever nada que tenha mais de duas linhas e mesmo essas duas linhas não são lá muito aproveitáveis.
Então ele, homem de atitude que é, resolveu dar um jeito no meu problema.
Chegou hoje com um joguinho chamado “A fantástica fábrica de histórias”. Uma caixa com 40 cartões contendo uma frase para que, a partir dali, a pessoa continue a história. Idiotamente fofo o meu presente...
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Vamos ao primeiro cartão:
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"Bruno era conhecido como o Menino Balão. É que ele tinha uma espécie de poder mágico. Ele pegava o dedão da mão esquerda, ficava assoprando, assoprando, e acabava se enchendo, que nem um balão. Aí, quando estava cheio de ar, ele soltava o dedo e saía voando e se esvaziando. Um dia, por conta disso, ele caiu num lugar esquisito.”
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Ok, nada contra o Bruno, mas essa história é meio esquisita...
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Quem sabe tenho mais sorte no próximo cartão.

sábado, 20 de junho de 2009

Tudo ao seu tempo

Ela se sentia bem com a situação atual da sua vida. Continuava cercada de bons amigos, trabalhava em uma empresa bacana, as coisas em casa iam bem...
A cada dia que passava ela ia se reconhecendo um pouco mais adulta, um pouco mais realizada.
Os dias de querer colo de pai e mãe ainda não estavam totalmente para trás, mas isso, sinceramente, ela esperava que nunca acontecesse. Às vezes se achava menina demais para os desafios que estava encarando, mas gostava de ver que estava aguentando o tranco com estilo.
Mas um ponto em especial a estava deixando feliz. Não aquele tipo de felicidade de andar pela rua com um sorriso estampado no rosto contando para todo mundo o motivo, ou o tipo de felicidade que se tem ao ouvir sua música preferida no rádio. Era uma felicidade maior. Ela estava feliz por estar reconhecendo seus limites e estar aprendendo a respeitá-los.
Ela ganhou uma linha de crédito especial do cartão de crédito. O limite (ou a falta dele) dos sonhos de muita gente; e nem por isso aumentou em R$1,00 sequer sua média mensal de gastos. Aprendeu a, mesmo que com alguma dificuldade, dizer alguns nãos, pois só assim estaria disponível para dizer os sins certos. Desvencilhou-se de coisas e pessoas que não agregavam e assim conseguiu mais tempo pra dedicar às coisas realmente importantes.
Ela se sentia a própria mulher moderna, culta, bem informada, apreciadora do pagão e do erudito... livre pra ser dona do seu nariz.
Apesar de ter conhecido poucas camas, sexo não era um bicho de sete cabeças. Ela até que lidava bem com o assunto. Passava longe do estilo que “dá pra qualquer um”, mas também nunca exigiu juras de amor como senha de entrada.
Foi quando, um dia, ela se viu em uma situação em que decidir não foi nada simples.
O cara era bacana, o clima fervia, o tesão estava nas alturas!
Ele tentava.
Ela queria.
Ela não deu.
Por que? Porque, mesmo não romantizando o sexo, ela, às vezes, romantiza pessoas. O cara podia ser apenas um cara, mas naquela noite ela sentiu que no dia seguinte ela iria se arrepender se o telefone não tocasse. Ela esperava dele algo que ele não se mostrava disposto a dar. E foi assim que ela foi pra casa... vendo a paisagem pela janela do carro ela estava frustrada por não ter dado vazão às suas vontades, mas feliz por ter respeitado a menina que ainda coexiste dentro dela.
Nessa caminhada uma coisa ela aprendeu. Não existe fidelidade maior do que aquela que ela deve manter com ela mesma.

domingo, 7 de junho de 2009

Radical pero no mucho

Deletei o nome do meu celular, mas não apaguei as mensagens da caixa de entrada.
Tirei o e-mail da minha lista de contatos, mas não apaguei a pastinha com o nome dele.
Apaguei o contato do meu MSN, mas não o bloquei.
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E assim eu sigo com as minhas ações super radicais de fundo de quintal