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domingo, 30 de novembro de 2008

Kiss me

Quando eu tinha 12 anos começou a passar aqui no Brasil Dawson’s Creek. Eu e minhas amigas amávamos o seriado. Não perdíamos por nada. Nós realmente acreditávamos que nossas vidas seriam como a de Dawson, Joey e companhia. Segunda-feira, 21h. Esse era o horário sagrado.

Os altos e baixos do seriado eram acompanhados de perto e as idéias eram trocadas com as amigas durante os intervalos, por telefone. Não dava para esperar até o dia seguinte.

A trilha de “Dawson” embalava meus sonhos adolescentes. Kiss me, a música do casal principal, ecoou milhões de vezes durante as crises de paixonite adolescente. No carnaval de 1999, então... Não sei como minha família não me expulsou de casa, ou, pelo menos, como não jogou o CD fora.

O tempo passou, o seriado terminou. A adolescência também. Recentemente assisti toda a série novamente em DVD e não pude deixar de notar que sempre que “Kiss me” tocava, surgia aquele risinho involuntário no meu rosto. É impossível não ligar essa música a toda uma época da minha vida.

Pois dia desses a adolescente que ainda vive escondida em algum lugar dentro de mim deve ter ficado feliz. Não foi com o Dawson, tão pouco foi com a paixonite 1999, mas tocou kiss me.


(Um pouquinho de Dawson’s Creek não faz mal pra ninguém... Destaque para a primeira cena – essa cena das sombras ra o máximo do romantismo na minha cabeça juvenil.).

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Sábado a noite

Sábado, depois do presente que meu carro me deu eu tive uma bela noite em casa. E o que estava passando na TV? Isso mesmo, Criança Esperança! Ok, eu sei que tenho outros 50 canais e que deixar na Globo foi uma opção minha... Shame on me... Minha veia popularesca falou mais alto.
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Olha, vou dizer uma coisa, o show não foi de todo inútil. Lembram que a uns posts atrás pus aqui o vídeo de uma menininha canadense que fez um discurso na Eco 92 cobrando uma atitude dos autoridades e blá blá blá? Pois então, a alguém da globo teve a mesma curiosidade que eu e foi atrás da menininha, hoje uma mulher, para saber o que ela está fazendo da vida. Como era de se esperar ela continua sendo uma ativista ambiental, mas não virou uma dessas ripongas estranhas que se vestem com sacos de batata e não depilam as axilas... até que ela é bem bonitinha. E, é claro, que na entrevista ela disse que não consegue esquecer as crianças da favela que ela conheceu quando veio ao rio...
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Não vi o show todo, não tenho muita paciência pro Renato Aragão de Didi, imagina d eRenato Aragão mesmo? Mas uma coisa que me chamou atenção nas três apresentação femininas que vi foi o figurino. Wanessa Camargo, Sandy e Daniela Mercury estavam usando basicamente a mesma roupa. Micro vestidos de paetês. Ultra curtos. Ultra brilhantes. Totalmente over!
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PS - Ah! Foi impressão minha ou a Sandy está praticamente loira?!